Reverência de amor

REVERÊNCIA DE AMOR

Andréa,

Te amo tanto, que me emociono.

É tão grande o meu amor, que me curvo de joelhos e reverencio Deus…

 

De gratidão, lágrimas correm por meu rosto,

De gratidão, me rendo à grandeza do Pai.

 

De alguma forma, sinto o infinito inexprimível em meu peito.

Um amor inefável invade minh’alma, me deixando mudo.

 

É um momento de sentimento tão elevado, que as palavras são impotentes para expressar um significado maior.

É uma Luz que transcende a própria luz.

É um amor incognoscível que causa um paradoxo,

Consola-me e me humilha me expande e me oprime…

 

Dá-me vontade de gritar, mas fico mudo,

São lágrimas de alegria.

 

Nada pode encurvar tanto o ego de um ser, quanto um amor infinito de almas eternas.

É um amor tão potente que torna insignificante as almas imortais.

Neste momento, de mãos postas, eu estou de joelhos…

Reverencio Deus e a todos os Mestres,

Reverencio os Cristos e Budas Cósmicos e a todo Amor,

Reverencio a existência e ao Amor Crístico e Búdico que consigo sentir, mas não posso entender.

 

Só mesmo um Pai tão grande e amável, consegue iluminar as trevas de nossa ignorância autolimitada, com a infinitude de Seu Amor.

Dalton 25/03/2004

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Dalton Campos Roque
Artífice de palavras e desvelador de abismos. Médium das letras que transita entre o ácido e o sublime. Engenheiro de "pontes" que ligam o visível ao inefável. Projetor e pesquisador do astral, cultiva um jardim de paradoxos, onde florescem humor e transcendência. Meus livros são portais — alguns levam ao sótão da alma, outros às catacumbas do riso. Costumo dizer que “escrever é o último exorcismo antes do amanhecer”.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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