Andréa,
Te amo tanto, que me emociono.
É tão grande o meu amor, que me curvo de joelhos e reverencio Deus…
De gratidão, lágrimas correm por meu rosto,
De gratidão, me rendo à grandeza do Pai.
De alguma forma, sinto o infinito inexprimível em meu peito.
Um amor inefável invade minh’alma, me deixando mudo.
É um momento de sentimento tão elevado, que as palavras são impotentes para expressar um significado maior.
É uma Luz que transcende a própria luz.
É um amor incognoscível que causa um paradoxo,
Consola-me e me humilha me expande e me oprime…
Dá-me vontade de gritar, mas fico mudo,
São lágrimas de alegria.
Nada pode encurvar tanto o ego de um ser, quanto um amor infinito de almas eternas.
É um amor tão potente que torna insignificante as almas imortais.
Neste momento, de mãos postas, eu estou de joelhos…
Reverencio Deus e a todos os Mestres,
Reverencio os Cristos e Budas Cósmicos e a todo Amor,
Reverencio a existência e ao Amor Crístico e Búdico que consigo sentir, mas não posso entender.
Só mesmo um Pai tão grande e amável, consegue iluminar as trevas de nossa ignorância autolimitada, com a infinitude de Seu Amor.
Dalton 25/03/2004

