Quando a guitarra chora,
em suas notas agudas ascende,
meu coração dispara,
e lágrimas deslizam suaves e frias.
Minha testa franze,
meus pés batem no ritmo,
imitando o baterista,
repleto de endorfinas e alegria.
Minha aura se expande,
meu campo energético se molda,
os pelos do corpo se eriçam,
tomando um banho de energias novas.
Entro em espontâneo estado vibracional,
sinto o Deva regente da região,
os elementais me olham curiosos,
mas também se sentem felizes, em comunhão.
Eles se aproximam devagar,
e sobem, integrando-se a mim,
estão no meu campo bioenergético,
me observam como gatos curiosos, enfim.
Se banham nas minhas energias,
expandindo minha aura e coração,
as lágrimas se intensificam e molham,
eu apenas aumento o volume, em devoção.
A guitarra geme, o baixo estremece,
o baterista faz uma virada rápida,
o ritmo se transforma e cresce,
o guitarrista pisa nos pedais,
distorcendo ainda mais a guitarra.
De novo aumento o volume,
olho para meu equalizador,
e vejo que o som está cristalino,
me sinto cheio de vida e amor.
E meu corpo se eriça de novo,
minha aura se expande, o amparador se aproxima,
aproveita e acopla comigo,
e o trabalho que já havia começado,
apenas continua, agora duplamente amparado.
Sinto gratidão e amor,
endorfinas e mais amor,
em um banho de luz e som,
envolto em pura vibração.
Dalton
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