Que as pazes iluminem os deuses…
Que os homens criaram para fazer as guerras,
A defenderem seus interesses mesquinhos.
Que o amor ilumine os romances…
Que os homens criaram para satisfazer seus desejos vis,
A defenderem seus egos densos.
Que as feras dos egos insanos que sustentam os paradigmas,
Implodam de olhos tristes em si mesmos repletos de sua moedas vis.
Que o brilho do metal cobiçado seja o carma ruim de suas vidas.
Dalton C. R. – www.consciencial.org
NOTAS DO AUTOR:
- Achei este texto ontem que deve ter sido escrito num bar em data anterior perdida ao mexer em minhas coisas e organizar alguns papeis;
- Dinheiro é bom e eu gosto, pensar em prosperidade é dinheiro digno, honesto, sadio e sem culpa, a doença é a ganância dos homens.
Livros recomendados – Amazon:
Dalton Campos Roque
Engenheiro por destino, editor por teimosia, escritor por vocação, poeta por emoção, pesquisador da consciência por dharma, em busca de redenção.
Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.
Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”
E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.
Ao comentar, você aceita nossos comunicados e ofertas conforme a LGPD. Se não concordar, não comente.
Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.
Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”
E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.
Ao comentar, você aceita nossos comunicados e ofertas conforme a LGPD. Se não concordar, não comente.

