Já não peço mais para mim;
Nada mais eu quero ou preciso;
Descobri a espiritualidade;
Já não sou mais “eu”, nem uso mais o “meu”;
Eu pensava que era feliz, mas não era;
Depois descobri o amor desta menina: a espiritualidade.
Ela me seduziu para ir com ela;
Não olhei para trás e não pensei em nada;
Abri meus braços a ela e
Corri, corri…
Atirei-me em teus “seios” e ela, com os braços abertos muito maiores que o meu, me acolheu.
Cheguei a sentir um pouco de vaidade de me enamorar com uma “menina” tão bonita, mesmo com sentimento de bem que fluía de meu peito;
Mas olhei para o lado e descobri um amigo;
Olhei para o outro e vi mais mil amigos, e eles não paravam de sorrir para mim, e também abriram seus braços e diziam: “Bem vindo!”
Senti-me recebido por um número infinito de braços abertos de seres que já haviam se enamorado dessa “menina” bonita há muito mais tempo que eu.
Mas o sentimento era o mesmo, era um só.
Um sentimento de bem, de luz, paz e amor;
Encontrei neste seio muitos professores e mestres, muitos amigos e alunos, mas todos irmãos e filhos da mesma Grande Luz, todos enamorados da Espiritualidade Maior.
Braços | Descobri | Espiritualidade | Menina | Olhei | Sentimento | Corri | Abertos | Bonita | Amigos

