complexo e o simples

O COMPLEXO E O SIMPLES

A teoria é complexa, mas a verdade é simples

O conhecimento é complexo, mas a sabedoria é simples

O carma é complexo, mas o arrependimento é simples

A mágoa é complexa, mas o perdão é simples

 

O medo é complexo, mas a vontade é simples

A espiritualidade é complexa, mas a caridade é simples

A doença é complexa, mas a cura é simples

A convivência é complexa, mas a compreensão é simples

 

O aluno é complexo, mas o mestre é simples

A revolta é complexa, mas a serenidade é simples

O orgulho é complexo, mas a humildade é simples

A infelicidade é complexa, mas a felicidade é simples

 

A arrogância é complexa, mas a grandeza da alma é simples

A vida é complexa, mas a evolução é simples

A dor é complexa, mas o amor é simples.

 

O amor é questão de opção, sentimento e ação.

Não adianta viver em egoísmo, com 1000 justificativas dizendo que é “amor”.

Ciúme, possessividade, paixão, arrogância e egoísmo não são amor!

 

As respostas técnicas e complexas e as justificativas sofisticadas e intelectuais e teóricas não satisfazem a ninguém, nem aos próprios portadores.

Quando a confiança e a convicção do silêncio íntimo trazem serenidade e harmonia inquebrantáveis, é porque o ser reside na segunda coluna (coluna do que é simples).

 

Aos bons, o amor!

Aos justificadores, resta o tempo necessário para que as vidas seriadas se façam oscilantes entre luz e trevas, até o eclodir da consciência lúcida.

Paz, Amor e Luz!

Amigos de Ramatís – 30/09/2004

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Dalton Campos Roque
Artífice de palavras e desvelador de abismos. Médium das letras que transita entre o ácido e o sublime. Engenheiro de "pontes" que ligam o visível ao inefável. Projetor e pesquisador do astral, cultiva um jardim de paradoxos, onde florescem humor e transcendência. Meus livros são portais — alguns levam ao sótão da alma, outros às catacumbas do riso. Costumo dizer que “escrever é o último exorcismo antes do amanhecer”.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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