NAS PRAIAS DA VIDA

NAS PRAIAS DA VIDA

Quando as águas claras jorrarem de sua mente;

Quando seu coração conseguir sentir o perfume das flores;

Quando seus olhos vislumbrarem a luz atrás das nuvens;

Quando o vento se transformar em brisa em su’alma;

Quando os cheiros soprarem em forma de perfume…

 

Você levitará em paz dentro de si mesma;

Você viverá no exterior sem recusar o interior,

Sem medo, com amor e com coragem.

A vida segue igual para todos, o que conta é o prisma de viver, a ótica de experimentar e o ângulo de sentir.

 

Quando os olhos não temerem mais os sorrisos,

Os ombros não temerem mais as mãos,

Os rostos não temerem mais as lágrimas da verdade,

A vida será suave em todos os corações.

 

Dalton Roque – 07/06/2005 – Curitiba – PR – Unibem, na reunião Pathwork com a querida professora Samira. Na verdade, a intuição que me veio (que pode até estar errada), é que o amparador (guia) de Samira, passou para o meu amparador que passou esta mensagem para mim. Escrevi de relance no fim da meditação conduzida na presença de Samira, Walkíria, Dona Neida, Soninha, Dona Mercita e um casal de amigos que não me lembro o nome. Posso até estar errado, mas foi muito bom!

 

 


Dalton Campos Roque
Artífice de palavras e desvelador de abismos. Médium das letras que transita entre o ácido e o sublime. Engenheiro de "pontes" que ligam o visível ao inefável. Projetor e pesquisador do astral, cultiva um jardim de paradoxos, onde florescem humor e transcendência. Meus livros são portais — alguns levam ao sótão da alma, outros às catacumbas do riso. Costumo dizer que “escrever é o último exorcismo antes do amanhecer”.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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2 comentários em “NAS PRAIAS DA VIDA”

  1. Rubens Felipe

    eu gostaria se possível obter algum esclarecimento decorrente a certas manifestações que eu tenho e nunca encontrei resposta objetivas em decorrência de (falar linguagens das quais não consigo encontrar quem as possa traduzi-las ) Árabe,francês, aramaico,japonês,italiano,africano. o que poderia ser estas manifestações?

    1. Podem ser manifestações mediúnicas Felipe. Fique tranquilo que não é nada demais, ok? que tale studar mais sobre mediunidade? Irá te elucidar muita coisa na vida. Boa sorte, Dalton

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