Sou a fina flor sutil da solidão das lágrimas
Sou o eco do silêncio que percola invisível
Sou a escuridão que visita as almas desoladas
Sou a amargura incompreensível que parece injustiça da natureza
Sou o NÃO às COSTAS do mundo no decorrer da eternidade das horas lentas
Sou o espinho dos cactos no deserto da colheita inexorável
Sou o AQUI e o AGORA que parece que impede o devir
Sou o vazio do desespero nas sombras de si mesmo
Sou o presente que parece infinito cheio de dor
Sou a Lei imperativa que sabe dizer NÃO se necessário
Sou a Dona Dor, enviada pelo Dr. Carma, a fim de fazer valer a Lei
Eu sou a missão sagrada da retificação
Eu sou o dharma do guerreiro que busca o resgate
Eu sou a lágrima de ouro que faz brilhar o coração
Eu sou a oportunidade de servir sem ego e em silêncio
Eu sou a retificação consciencial que transforma o carvão em diamante
Eu sou a promessa de paz íntima vindoura no horizonte
Eu sou a brisa firme que desfaz a nuvem negra existencial
Eu sou a humildade inteligente que curva a coluna e os joelhos
Eu sou a cura advinda das dores, dificuldades e vicissitudes
Sou a Dona Dor, enviada pelo Dr. Carma, a fim de fazer valer a Lei.
Parece | Silêncio | Enviada | Carma | Valer | Retificação | Sutil | Solidão | Lágrimas | Percola
Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.
Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”
E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.
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