DEFINITIVAMENTE O DEFINITIVO NÃO EXISTE

DEFINITIVAMENTE, O DEFINITIVO NÃO EXISTE

Se o concreto não é prova, muito menos o abstrato.

Com certeza, “vivencio, logo existe”, pois as experiências pessoais são de foro íntimo, autoconvincentes e não provam nada para ninguém.

Mas ainda assim é preciso manter uma autocrítica sadia, aberta e universalista.

O que eu vi, senti e captei é só meu, mas não é verdade absoluta e é função do discernimento, que também é relativo e subjetivo.

 

Nada é definitivo, muito menos a ciência e em certos casos, seu radicalismo de dona da verdade.

Nada é definitivo, nem minha experiência pessoal intraconsciencial, subjetiva e sujeita a muitas interferências externas e internas, através de meu discernimento relativo.

 

Muitas vezes o erro do autoconfiante é maior e mais patente, em função da confiança portadora.

Tudo é relativo, até o discernimento, apesar da verdade ser uma só.

 

Definitivamente, o definitivo não existe!

Dalton e Andréa – Curitiba

Dalton Campos Roque
Engenheiro por destino, editor por teimosia, escritor por vocação, poeta por emoção, pesquisador da consciência por dharma, em busca de redenção.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

Ao comentar, você aceita nossos comunicados e ofertas conforme a LGPD. Se não concordar, não comente.

2 comentários em “DEFINITIVAMENTE, O DEFINITIVO NÃO EXISTE”

  1. Márcio Rogerio Holométraniano

    DEFINIR e DEFINITIVAMENTE tem diferença na funcionalidade, embora tenham correlação do DERIVADO. Bom o que quero dizer com isso é que; tudo tem caráter de ponto-questão ou parte a … parte como algo DEFINIDO. Definir serve como um tijolo posto no conjunto das paredes-do-prédio explicativo e CONSTRUTO-DEFINIDO da existência ou consciência. O “definitivamente” no sentido de sempre sem ser mexido ou sem ser mudado não existe. Mas na ontologia do verbo definir, tudo tem que ser de alguma maneira ponto-fixo ou tijolo ajustado…nem que seja por tempo minimo seja no fenomeno ou na estrutura de lei

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.