Se o concreto não é prova, muito menos o abstrato.
Com certeza, “vivencio, logo existe”, pois as experiências pessoais são de foro íntimo, autoconvincentes e não provam nada para ninguém.
Mas ainda assim é preciso manter uma autocrítica sadia, aberta e universalista.
O que eu vi, senti e captei é só meu, mas não é verdade absoluta e é função do discernimento, que também é relativo e subjetivo.
Nada é definitivo, muito menos a ciência e em certos casos, seu radicalismo de dona da verdade.
Nada é definitivo, nem minha experiência pessoal intraconsciencial, subjetiva e sujeita a muitas interferências externas e internas, através de meu discernimento relativo.
Muitas vezes o erro do autoconfiante é maior e mais patente, em função da confiança portadora.
Tudo é relativo, até o discernimento, apesar da verdade ser uma só.
Definitivamente, o definitivo não existe!
Dalton e Andréa – Curitiba


DEFINIR e DEFINITIVAMENTE tem diferença na funcionalidade, embora tenham correlação do DERIVADO. Bom o que quero dizer com isso é que; tudo tem caráter de ponto-questão ou parte a … parte como algo DEFINIDO. Definir serve como um tijolo posto no conjunto das paredes-do-prédio explicativo e CONSTRUTO-DEFINIDO da existência ou consciência. O “definitivamente” no sentido de sempre sem ser mexido ou sem ser mudado não existe. Mas na ontologia do verbo definir, tudo tem que ser de alguma maneira ponto-fixo ou tijolo ajustado…nem que seja por tempo minimo seja no fenomeno ou na estrutura de lei
Ok Márcio,
Obrigado pela aula de retórica, mas você perdeu o senso da poesia kkkk.
Paz e Luz,
Dalton