CULPA

CULPA

Largue o medo, abrace o trabalho.

Abandone a culpa, abrace o labor.

Deixe a insegurança, abrace a labuta.

Transcenda o ego da vaidade e do orgulho, suplantando-os com silenciosa e eficaz assistência.

Enxugue as lágrimas e arregace as mangas.

Supere a falta de confiança, assuma suas responsabilidades.

Venha que o melhor labor espiritual lhe espera.

A Luz invisível aos olhos do rosto, mas sensível às energias da alma o iluminará pelos caminhos brilhantes do céu, mesmo na terra, diante de sua abnegação perseverante.

Todo trabalho demanda esforço e impulso maior a fim de vencer a inércia inicial daqueles que ainda sequer tentaram.

O Alto precisa mais de você do que você do Alto: você pode ajudar mais seus amparadores e mentores do que ao contrário.

Não abandone seu posto, senão alguém menos qualificado, porém mais confiante, irá assumi-lo e este sim, receberá a assistência espiritual que não é nem de um nem de outro, mas da tarefa em si; que não é senão uma pequena engrenagem de um grande mecanismo cósmico que não pára jamais.

Você possui um corpo denso, cheio de energias densas próprio para habitar e agir aqui em baixo, e os espíritos luminosos não podem agir diretamente, senão por um médium, um projetor consciente ou não, um ser intuitivo, não importa, mas um alguém que se preparou e se dispôs a ser tarefeiro do bem.

Do que adianta você cursar a “faculdade” do Bem e desistir na prova final do último ano? Assim que você deu o primeiro suspiro no corpo, você assumiu a prova final e não há jeito de devolver, voltar ou fugir.

Em caso de dúvida, sirva sempre e trabalhe muito, que com isto você não poderá estar errado. E se com isto você “morrer afogado” no meio do caminho sem conseguir “alcançar a praia” do completismo * existencial, de qualquer forma terá se “afogado” na Luz das boas intenções mediante obras e ações práticas que jamais irão lhe condenar, mas serão um álibi contundente a fim de defendê-lo diante do tribunal de sua própria consciência, quando for a hora de habitar as colônias extrafísicas nas hostes celestiais.

Paz e Trabalho. – Dalton e Amigos Espirituais –

– Nota: * Ato de completar a programação existencial ou programação cármica ou projeto reencarnatório.

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Dalton Campos Roque
Engenheiro por destino, editor por teimosia, escritor por vocação, poeta por emoção, pesquisador da consciência por dharma, em busca de redenção.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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