CRÍTICAS

CRÍTICAS

Existem aqueles que criticam. Criticam sem fazer melhor. Citam casos, vivem do passado, justificam seus defeitos no presente. Tudo é motivo para vaidade. Quando não há argumentos para autoexaltação ao ego, procuram depreciar o amigo, na intenção de se sentirem maiores diante de si mesmos e de sua vaidade desmedida.

Dizem que seu grupo é o melhor e quem sair dele perderá um certo tipo de salvação ou a “melhor oportunidade que existe”.

Por que somos tão burros e cegos?

Por que temos de passar por experiências tão constrangedoras para ver dobrado nosso orgulho e vaidade?

Por que não conseguimos enxergar com os olhos do coração, para perdoar de fato e confiarmos em nós mesmos?

Ainda bem que existe o karma, o melhor professor de todos, que garante que sempre estaremos no caminho por ou sem querer.

Não reclamemos de nada, somos culpados por tudo o que se passou conosco. O que não veio pelo amor, veio pela dor. E, assim, de qualquer forma aprendemos.

Procuremos abrir os olhos do coração para poder receber as dádivas de Deus! Precisamos primeiro, nos perdoar para, em seguida, perdoar aos que nos ofenderam. A leveza de uma alma de consciência tranquila é a maior bênção que se pode obter.

Não critique, apenas se corrija. Busque isenção nos sentidos, retidão na alma e justiça no coração. Erra menos quem erra contra si próprio.

 

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Dalton Campos Roque
Artífice de palavras e desvelador de abismos. Médium das letras que transita entre o ácido e o sublime. Engenheiro de "pontes" que ligam o visível ao inefável. Projetor e pesquisador do astral, cultiva um jardim de paradoxos, onde florescem humor e transcendência. Meus livros são portais — alguns levam ao sótão da alma, outros às catacumbas do riso. Costumo dizer que “escrever é o último exorcismo antes do amanhecer”.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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