CABELOS BRANCOS DE SABEDORIA

CABELOS BRANCOS DE SABEDORIA

Clemência, clemência, luz!

Corro para junto da verdade.

É o bem que me conduz para dentro da felicidade.

Felicidade, vida, trabalho, amor, carinho, confiança e fraternidade.

Caminhamos juntos, sempre de mãos dadas, carregando a flor da amizade, respeito e confiança no coração.

 

Deixemos que venha a idade sem medo e sem preconceito, ela, tão bela.

Com doces rugas no rosto e cabelos brancos de sabedoria, lembrando que conhecer não é saber, pois conhecer é direito de todos e saber é privilégio de poucos que tem amor no coração.

 

Qual sua idade? E o que você sabe?

Já aprendeu a perdoar e a receber amor?

Já aprendeu a doar e a não discriminar?

 

Não bastam seus lindos cabelos brancos.

Mais vale uma pequena chama que seja, acesa em seu coração, para que você possa sorrir e cantar uma doce canção. Vamos cantar, enquanto Deus nos embala em Seus braços.

Ele nos deseja sermos felizes e, com brandura, nos fez receber o conhecimento e a sabedoria.

 

Os maus escolheram o conhecimento e os bons, a sabedoria.

Os bons se tornarão mestres e os maus, alunos repetentes na história da vida e na roda das reencarnações.

 

Não bastam os cabelos brancos do corpo, é preciso desenvolver os “cabelos brancos” da sabedoria nos corações.

Conhecimento e sabedoria a todos.

 


Dalton Campos Roque
Artífice de palavras e desvelador de abismos. Médium das letras que transita entre o ácido e o sublime. Engenheiro de "pontes" que ligam o visível ao inefável. Projetor e pesquisador do astral, cultiva um jardim de paradoxos, onde florescem humor e transcendência. Meus livros são portais — alguns levam ao sótão da alma, outros às catacumbas do riso. Costumo dizer que “escrever é o último exorcismo antes do amanhecer”.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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