O amor é o êxtase da galáxia que vai se
Dilatando com o chacra da compaixão
Em expansão espacial…
No microcosmos, o processo se repete em outra escala,
Mas a inteligência divina “espeta” a curiosidade dos céticos e cientistas
E desafia a sabedoria do intelecto, com os postulados do coração.
Se penso, logo existo.
Se amo, logo penso.
Assim, diminuto em mim mesmo,
Desafio minhas limitações conscienciais…
Vou seguindo os ritmos de minh’alma incompreendida,
Nos percalços de um ego desolado.
Se o oásis da vida é cósmico,
Os desertos são os corações dos homens.
É preciso caminhar para algum lado,
Para um dia encontrar a si mesmo.
A autodescoberta é dolorida e autodesafiadora,
Enquanto a dor estertora.
É o sofrimento retificador da autotransformação consciencial.
A vida se faz presente
E os desafios estão aí.
Se o ajudar,
Olhe para trás.
Senão, esqueça
E caminhe para frente.
Com amor,
Dalton e Andréa, 28/10/2003
Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.
Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”
E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.
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