Em um momento somos tão bons, carinhosos, calmos, pacientes, suaves, fraternos e respeitadores; e em outro, tão ofegantes, desafetos, agressivos e odiosos.
Alternamos, de forma rápida e imprevista, entre um estado e outro.
Mas, afinal, o que somos?
Anjos ou monstros?
Ambos!
Depende do contexto.
Quando acreditamos em nós e em nosso amor, somos anjos, amparadores portadores da paz.
Quando o nosso amor rejeitamos, a ele viramos as costas e em nós não acreditamos, incorporamos o ódio amargo, que nos reduz, mais um pouco, a cada dia.
Não importa o que somos!
Importa é que podemos escolher o que seremos.
Então a você eu pergunto: o que somos?
Dalton Campos Roque
Artífice de palavras e desvelador de abismos. Médium das letras que transita entre o ácido e o sublime.
Engenheiro de "pontes" que ligam o visível ao inefável. Projetor e pesquisador do astral, cultiva um jardim
de paradoxos, onde florescem humor e transcendência. Meus livros são portais — alguns levam ao sótão da alma,
outros às catacumbas do riso. Costumo dizer que “escrever é o último exorcismo antes do amanhecer”.
Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.
Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”
E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.
Ao comentar, você aceita nossos comunicados e ofertas conforme a LGPD. Se não concordar, não comente.
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