Em um momento somos tão bons, carinhosos, calmos, pacientes, suaves, fraternos e respeitadores; e em outro, tão ofegantes, desafetos, agressivos e odiosos.
Alternamos, de forma rápida e imprevista, entre um estado e outro.
Mas, afinal, o que somos?
Anjos ou monstros?
Ambos!
Depende do contexto.
Quando acreditamos em nós e em nosso amor, somos anjos, amparadores portadores da paz.
Quando o nosso amor rejeitamos, a ele viramos as costas e em nós não acreditamos, incorporamos o ódio amargo, que nos reduz, mais um pouco, a cada dia.
Não importa o que somos!
Importa é que podemos escolher o que seremos.
Então a você eu pergunto: o que somos?

