Sentindo a Mãe Divina

SENTINDO A MÃE DIVINA

Este livro está a disposição grátis a todos, para baixar, em PDF, a pedidos das amparadoras das Hostes da Mãe Divina. Em sequência já postarei todos os textos que ainda estão sendo digitados, oriundos de rascunhos em esferográfica. A intensão é melhorar as energias do Brasil e do planeta. – Disponível aqui em nossa Página BAIXE GRÁTIS


Sentindo a Mãe Divina

Ela é onipresente a todos;

Mas eu estava desviado da alma;

Separado do Eu;

Todas as estrelas de minha noite desvaneceram;

Tudo em mim que era terra, e,

Tudo em mim que era céu virou nada.

Clamava pela Mãe Divina em meu pranto discreto;

Conversava com Ela baixinho sabendo que estava carente;

E senti a primavera da Mãe Divina.

Ela me emociona e me faz chorar,

Qual doce criança a ganhar um colo quente de mãe.

Ela é onipresente a todos;

Mas só é percebida pelas almas sensíveis;

Eu A sinto na voz do mar;

Eu A vejo na voz do vento;

Eu A percebo na voz das árvores;

Eu a ouço nos remansos d’água;

Nas cascatas e corredeiras;

Nos rios e lagos;

E nas ondas oceânicas.

Ela crepita no fogo que aquece;

Explode nas lavas dos vulcões;

E afaga as lágrimas sofridas e incompreendidas.

Eu a vejo nos rituais,

A vejo nas estátuas e ornamentos;

Sinto sua presença no tremular da chama da vela,

No cheiro de incenso que perfuma;

E consolo que chega e vem me serenizar;

Como um bálsamo de alma fraterna;

Que trás o fim a todos os conflitos íntimos.

Ela é a Mãe Divina.


Dalton Campos Roque
Artífice de palavras e desvelador de abismos. Médium das letras que transita entre o ácido e o sublime. Engenheiro de "pontes" que ligam o visível ao inefável. Projetor e pesquisador do astral, cultiva um jardim de paradoxos, onde florescem humor e transcendência. Meus livros são portais — alguns levam ao sótão da alma, outros às catacumbas do riso. Costumo dizer que “escrever é o último exorcismo antes do amanhecer”.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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