mãe divina Mestra das Fraternidades Brancas

MESTRA DAS FRATERNIDADES BRANCAS

Este livro está a disposição grátis a todos, para baixar, em PDF, a pedidos das amparadoras das Hostes da Mãe Divina. Em sequência já postarei todos os textos que ainda estão sendo digitados, oriundos de rascunhos em esferográfica. A intensão é melhorar as energias do Brasil e do planeta. – Disponível aqui em nossa Página BAIXE GRÁTIS


Mestra das Fraternidades Brancas

Mãe da misericórdia;

Deusa da compaixão;

Mestra de todas as Fraternidades Brancas do orbe Terra;

Mãe da Justiça Divina;

Mãe da modéstia e do perdão.

Deusa que ouve os lamentos do mundo;

Que se compadece da ignorância e da dor.

Que em Sua pureza incólume eclode como lótus branca do lodo e lama dos carmas duros da humanidade.

Divina joia do lótus sagrado;

Venha permear o céu de meu coração;

Venha resplandecer minha alma;

Sagrada mensageira da compaixão divina;

Sagrado perfume da Luz Imortal;

Reverencio humildemente sua paz;

Que eu seja Seu peão do dharma sagrado aqui nessa terra…

Que eu seja Teus olhos…

Que eu seja uma gotinha de Teu ser divino entre as multidões caóticas;

Que meus olhos reflitam uma fração de Seu olhar para a humanidade…

Compadeça-te de nós;

Compadeça-te de mim;

Compadeça-te da humanidade…

Om mani padme hum


Dalton Campos Roque
Artífice de palavras e desvelador de abismos. Médium das letras que transita entre o ácido e o sublime. Engenheiro de "pontes" que ligam o visível ao inefável. Projetor e pesquisador do astral, cultiva um jardim de paradoxos, onde florescem humor e transcendência. Meus livros são portais — alguns levam ao sótão da alma, outros às catacumbas do riso. Costumo dizer que “escrever é o último exorcismo antes do amanhecer”.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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