Mãe da Fraternidade Universal

MÃE DA FRATERNIDADE UNIVERSAL

Este livro está a disposição grátis a todos, para baixar, em PDF, a pedidos das amparadoras das Hostes da Mãe Divina. Em sequência já postarei todos os textos que ainda estão sendo digitados, oriundos de rascunhos em esferográfica. A intensão é melhorar as energias do Brasil e do planeta. – Disponível aqui em nossa Página BAIXE GRÁTIS


Mãe da Fraternidade Universal

A fraternidade não precisa de religião,

A “salvação” não precisa de salvador,

O bem não precisa de doutrina,

A ética não precisa de legislação,

O amor não precisa de símbolos.

A fraternidade é o que se exerce com o coração,

A salvação vem através do autoconhecimento consciencial,

O bem ocorre através da empatia ao próximo,

A ética vem do discernimento social,

O amor acontece através do discernimento consciencial.

Já que o amor é um “corpo estranho” rejeitado pela humanidade, que venha a dor lancinante e as solidões profundas para fazerem os corações acordarem para a cooperação e a maxifraternidade.

Que venha a falta de sentido da vida, que venham os vazios existenciais, que venha o materialismo egoísta que desperta o capitalismo selvagem, que venham os exclusivismos dos grupos sociais, grupos evolutivos, os de família e de religiões e seus clubismos patológicos, a apertarem suas almas até que o fel da dor purgue  suas consciências insanas…

Nenhuma ovelha se perderá, mesmo que escolham os caminhos mais longos. Muitas são as moradas do Pai nos orbes siderais, a receberem os filhos em suas adequadas reencarnações densas, para a devida redenção compulsória de seus atos antifraternos.

Todos são igualmente filhos, todos são igualmente amados.

Embora se excluam uns aos outros, esquecendo-se que são irmãos, todos são acolhidos nos respectivos ambientes, cuja densidade específica consciencial se afinizem, para reiniciarem seus caminhos evolutivos.

Sim, o pranto, o gemido e a dor são escolhas pessoais, a serem colhidas nos canteiros da própria consciência, a quitar ceitil por ceitil, até a última gota de carma a que se deve ao próximo.

É tempo de reciclarem-se as almas, é momento de última hora. Ainda há tempo para os arrependimentos profundos, sinceros e redentores seguidos das devidas atitudes de perdão, compaixão e reconciliação.

Isso não é doutrina, não é religião, não é proselitismo, nem ameaça religiosa ou espiritualista, é o fato de última hora, endossado por diversos agentes da luz distribuídos no orbe, espíritos nobres de diversos quilates espirituais.

Esqueçam as firulas, exageros e misticismos empolados diversos, reciclar a alma através do autoconhecimento consciencial exige apenas duas ferramentas que todos humanos já possuem: vontade inquebrantável e coragem extrema.

Sair da ilusão social e pessoal dói, o autoconhecimento dói, pois nossa autoimagem é falsa, condicionada pelo ego social.

Exige um dedicado estudo e leitura de obras espiritualistas nobres e esclarecedoras, que discernem os fatores e detalhes das leis evolutivas, sem o nauseante moralismo religioso e a pieguice esotérica ritualística.

Sua alma, sua essência e sua vontade, é sua ferramenta e a coragem seu caminho. Juntos, são o prego e o martelo, que fura o ego, e cego é quem chafurda no lodo do egoísmo que ilude e faz sofrer.

Há um campo de ordem repleto de leis inexoráveis que não conseguimos burlar com as promessas falsas de salvação, evolução e iniciação fácil, sem esforço, muitas vezes vendidas a compradas como se fossem uma prostituição espiritual.

A new age e o ambiente espiritualista se tornaram comércio capitalista selvagem também. É preciso abrir o olho aos profissionais e servidores, que se tornaram capitalistas selvagens também nesta área. Eles não conhecem o amor!

Seu caminho é por “dentro”, embora as ferramentas de fora possam ser utilizadas. Confie em sua intuição, a voz do coração e os ouvidos da alma para perscrutar o seu caminho na senda.

Você atrairá e irá encontrar as ferramentas necessárias se estiver sendo sincero consigo mesmo.


Dalton Campos Roque
Engenheiro por destino, editor por teimosia, escritor por vocação, poeta por emoção, pesquisador da consciência por dharma, em busca de redenção.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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