FEITICEIRAS E BRUXAS DIVINAS

FEITICEIRAS E BRUXAS DIVINAS

E mais uma vez a feiticeira da tribo acordou e levantou-se de madrugada de sua tenda mais afastada em ponto mais alto de sua tribo situada no sopé das montanhas. Respeitada, admirada e amada era a mística que orientava a tribo e dava instrução para os plantios em função das fases da lua e épocas do ano. Sabia “ler” as estrelas e guiava a tribo com seus sonhos enigmáticos. Acordava e deitava rodeada de seus ancestrais espíritos guias. Portava a sabedoria da terra e fazia a previsão do tempo através da observação dos animais, das plantas e dos elementais e conversava com os Devas zelosos pela natureza.

Dançava e cantava em volta da fogueira gerando seus estados modificados de consciência. Já usava o parapsiquismo com controle da vontade mesmo na época em que o homem branco “civilizado” e cristão utilizava a expressão “demônio” para as coisas que sua patente ignorância não conhecia, o que se repete até hoje.

Os anciãos da tribo a rodeavam e formavam o conselho que a escutava em primeira mão. Às vezes faziam seus longos rituais complicados a evocarem as egrégoras e os arquétipos de seus animais de cura, poder, sabedoria e espiritualidade.

Mascavam seus vegetais, tomavam seus chás e fumavam suas ervas com respeito e reverência, dentro de um contexto cultural equilibrado, sadio e iniciático. Respeitavam os minerais, os vegetais, os animais, os elementais, os humanos, os espíritos, os Devas e os ancestrais.

A tribo vivia em harmonia e comunhão de fraternal sobrevivência sem preconceitos ou discriminações, afinal a “sociedade civilizada” ainda não os havia contaminado com suas religiões “salvadoras”, sua tecnologia escravizante, sua imoralidade viciada e com suas viroses pestilentas, sejam as físicas e as psíquicas. A tribo dos “selvagens” estava anos-luz acima e a frente dos “civilizados”. Plantavam e colhiam, caçavam com respeito apenas para comer e conviviamem paz. Nãopoluíam as águas, nem a terra e nem o ar, afinal não eram “civilizados”, mas eram evoluídos.

Muitos anciãos do conselho eram clarividentes e clariaudientes, viam os elementais, os Devas, além dos espíritos amigos além de captarem os sons extrafísicos. Mas a força bruta dos estúpidos “civilizados” os destruíram aos poucos no decorrer da história em todos os continentes da Terra. E dizimados aos poucos e aos montes seguindo o curso natural da evolução reencarnaram entre seus algozes.

Alguns revoltados se tornaram assassinos seriais, franco atiradores atingindo os “inocentes” e “civilizados” homens brancos em novo local, era e corpo. Outros mais evoluídos reencarnaram para serem médicos, psicólogos, terapeutas, psiquiatras, paranormais, escritores, médiuns e projetores para ajudarem ao homem branco a sair de sua “civilidade” tão hostil e ignorante.

Muitas bruxas, feiticeiras e mulheres vem reencarnando no decorrer das eras pela egrégora da Mãe Divina auxiliando os grupos sociais ao derredor do mundo. Muitas com seus sonhos, visões e projeções astrais foram queimadas não apenas pelas fogueiras da ignorância, mas “queimadas” pela ignorância dos egos materialistas e mesquinhos dos homens “civilizados”.

E estas bruxas estão vivas cozinhando seus grandes caldeirões, as poções da expansão de consciência a fim de ministrá-la aos desiludidos, aos homens de olhos tristes e também aos ousados estudiosos e alegres pesquisadores corajosos. As feiticeiras estão fazendo seus rituais para fazer chover consciência na aridez dos egos “evoluídos”.

Os Pajés estão fazendo suas danças e pajelanças para libertar e curar os “evoluídos” dos grilhões da maldição de sua própria vaidade. E no astral superior de vez em quando eles se encontram numa grande reunião cósmica no seio da Mãe Divina. Contam seus casos, suas curas, seus aprendizados. Falam de suas reencarnações e períodos intermissivos. Encontram seus ancestrais e ente queridos ora reencarnados noutras paragens.

Recebem a bênção dos Devas que lhes concedem a graça da cura abrindo seus nádis, chacras e telas etéricas. Brincam de roda com os elementais e de correr com suas crianças extrafísicas. Eles fazem uma fogueira no “céu” se reúnem em volta e se entreolham sorrindo embalados pelo colo da Mãe Divina.

Venha Bruxa, me ajude a queimar as tolices de meu ego na fogueira do discernimento.

Venha Feiticeira, me ensinar o anonimato do amor como a magia que libertará minha consciência.

Venha Pajé, curar minhas doenças psíquicas do apego que impede o abraço da tantas Mães Divinas a nossa volta na crosta e no astral.

Mãe Divina, Rainha do Mar, Deusa da Terra, Princesa do Ar e Mestra do Fogo, controla todos os elementos e as correntes extrafísicas, seus portais e campos geradores de energias.

Feiticeira Mística, Bruxa Cósmica, Índia Estelar, Cabloca Celestial, Mulher Sideral, Tu és nossa Mãe e reverentes pedimos suas bênçãos.

Imploramos que conceda ao homem sair do atraso consciencial da “civilidade humana” e volte aos pequenos grupos em comunhão com a Terra, seus habitantes e elementos.

Dalton – www.consciencial.org – texto anímico-mediúnico escrito com suporte espiritual pela equipe da Mãe Divina.

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Dalton Campos Roque
Engenheiro por destino, editor por teimosia, escritor por vocação, poeta por emoção, pesquisador da consciência por dharma, em busca de redenção.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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4 comentários em “FEITICEIRAS E BRUXAS DIVINAS”

    1. Efetur práticas bioenergéticas, efetuar leituras espiritualistas diversas, estudar mediunidade e projeção da consciência e estudar terapias holísticas. Abração

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