Era uma vez uma flor
Era tão bela e sutil
Tinha água, mas não tinha amor
Que pena, murchou e sumiu
Era uma chama tremulante e azul
Era quente e formosa
Tinha energia, mas não tinha amor
Que pena, apagou e exauriu
Era uma vez uma larva
Que era feia e sozinha
Não tinha nada, mas tinha amor
Eclodiu borboleta e ganhou cor
Era uma vez uma criança
Que era fofa e sutil
Só recebeu NÃO e repressão
Fechou-se dentro de si e implodiu
Era vez outra criança
Que também era fofa e sutil
Que recebeu muito amor e educação
Se tornou obreira da Mãe Divina e expandiu seu grande coração.
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Dalton Campos Roque
ISNI:
0000 0005 3056 0006
Engenheiro por destino, editor por teimosia, escritor por vocação, poeta por emoção, pesquisador da consciência por dharma, em busca de redenção.
Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.
Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”
E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.
Ao comentar, você aceita nossos comunicados e ofertas conforme a LGPD. Se não concordar, não comente.
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