Era uma vez uma flor
Era tão bela e sutil
Tinha água, mas não tinha amor
Que pena, murchou e sumiu
Era uma chama tremulante e azul
Era quente e formosa
Tinha energia, mas não tinha amor
Que pena, apagou e exauriu
Era uma vez uma larva
Que era feia e sozinha
Não tinha nada, mas tinha amor
Eclodiu borboleta e ganhou cor
Era uma vez uma criança
Que era fofa e sutil
Só recebeu NÃO e repressão
Fechou-se dentro de si e implodiu
Era vez outra criança
Que também era fofa e sutil
Que recebeu muito amor e educação
Se tornou obreira da Mãe Divina e expandiu seu grande coração.
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Dalton Campos Roque
Engenheiro por destino, editor por teimosia, escritor por vocação, poeta por emoção, pesquisador da consciência por dharma, em busca de redenção.
Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.
Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”
E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.
Ao comentar, você aceita nossos comunicados e ofertas conforme a LGPD. Se não concordar, não comente.
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