CARTA DE RESPOSTA DO CONSELHO CÁRMICO

CARTA DE RESPOSTA DO CONSELHO CÁRMICO

Carta de Resposta ao Conselho Kármico

Caríssimos irmãos e irmãs,

Eu sou Dalton Campos Roque, autor de 34 obras espiritualistas e médium inspirado e intuitivo, cuja principal missão nesta encarnação é esclarecer, educar e colaborar com o processo evolutivo da humanidade, inspirado pelo mestre ascensionado Ramatís e outros amigos espirituais. Venho, com respeito e carinho, responder às cartas que muitos de vocês escrevem dirigindo-se ao Conselho Kármico, na tentativa de solicitar “anistia” ou ajustes em suas experiências de vida.

Antes de mais nada, é essencial esclarecer que o karma, como explicado nas obras “O Karma e Suas Leis” e “O Dharma e Suas Leis”, não é um sistema punitivo, arbitrário ou negociável. Trata-se de um mecanismo universal, justo e compassivo, que não apenas regula nossas ações, mas também nos oferece as experiências necessárias para o aprendizado e a evolução espiritual. As Leis de Deus não são sujeitas a barganhas ou favores, pois são fundamentadas na cosmoética e no amor universal.

O verdadeiro propósito do karma

Cada ato, pensamento ou intenção gera uma energia correspondente que retorna ao seu emissor, não como castigo, mas como oportunidade de aprendizado e crescimento. Portanto, o karma não é um inimigo, mas um mestre silencioso, cuja função é harmonizar as forças desequilibradas que criamos. Pedir “anistia kármica” é pedir para interromper o processo que conduz à expansão da consciência. Isso seria como um aluno que, ao invés de enfrentar o exame, pede ao professor que simplesmente lhe entregue o diploma.

O Conselho Kármico, ao qual muitos de vocês se dirigem, não opera com a lógica humana de favores ou indulgências. Ele atua na manutenção das Leis Divinas, assegurando que cada um colha o que semeou, mas sempre dentro da compaixão e da justiça.

O que realmente é possível

Queridos irmãos e irmãs, saibam que, embora o karma não possa ser anulado, ele pode ser transformado. Essa transformação ocorre não pelo pedido ou súplica, mas pelo esforço consciente de se alinhar com as Leis Divinas. A prática do amor ao próximo, a reconciliação com aqueles que magoamos e o trabalho dedicado ao bem coletivo têm o poder de transformar profundamente as energias que criamos.

Se desejam aliviar suas cargas kármicas, não o façam por meio de palavras escritas ao Conselho, mas por meio de ações vivas e conscientes no mundo.

A resposta do Conselho

Se eu, neste momento, pudesse ser um porta-voz direto do Conselho Kármico, diria:

“Querido filho ou filha, nós ouvimos sua dor e compreendemos suas súplicas. No entanto, o que você pede não está em nossas mãos conceder, pois a lei que rege o universo é a mesma que rege o amor: ela exige responsabilidade e dedicação ao próprio caminho. Nós estamos aqui para inspirar, guiar e dar força, mas o trabalho é seu. Levante-se, ame, perdoe, aprenda. Não há atalhos, mas há graça divina em cada passo que você dá.”

Minha mensagem final

Escrevo esta resposta não para desanimá-los, mas para empoderá-los. Vocês não são vítimas das circunstâncias; são cocriadores do próprio destino. Reconheçam o karma como aliado e vejam o dharma – sua missão de alma – como o caminho pelo qual o amor divino flui por suas ações.

Eu, como um simples instrumento de luz, coloco à disposição as palavras das minhas obras e o trabalho de uma vida inteira, para que vocês possam encontrar clareza, força e inspiração para percorrer seus caminhos com dignidade, coragem e fé.

Com carinho, respeito e comprometimento,
Dalton Campos Roque
Médium de Ramatís e servidor das Leis Universais

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Dalton Campos Roque
Engenheiro por destino, editor por teimosia, escritor por vocação, poeta por emoção, pesquisador da consciência por dharma, em busca de redenção.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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