GOTAS DE SABER CONSCIENCIAL

SOCIOPATAS NO MEIO ESPIRITUALISTA

É bom esclarecer que qualquer um que não seja materialista cai no conceito de espiritualista, então quando me refiro a este tipo patológico de comportamento, incluem-se todos os meios e tipos cujo conceito citado por mim necessita abranger.

A quantidade de fanáticos no meio espiritualista é igual ou maior ao meio político e esportivo, portanto, é o meio mais patológico de todos. Quando cito esta visão generalista de massas, evidente que estou excluindo os traficantes, criminosos, correlatos, etc. Estou considerando os grupos “éticos” do planeta, ou seja, socialmente aceitáveis.

Tenho visto pessoas extremamente levianas, irresponsáveis em suas críticas descartarem um bom amigo ou mesmo um estranho que se aproxima pedindo ajuda, por muito pouco. Tudo em nome de Jesus, de Kardec, do Dharma, da Cosmoética, da Pureza Doutrinária, com justificativas falaciosas bem estruturadas intelectualmente. Neuropatas graves detentores das verdades várias e razão absoluta em que exercem as fúrias de seus egos insanos para cima de outros, tudo em nome da fraternidade e dos ideais de seu pacote.

Arautos das verdades, das ideias, dos conceitos, do discernimento, do caminho, da lucidez, da maturidade, da ética, da cosmoética, emanando seus egos por onde passam.

Melhor colher o que de bom cada um deles possui e consegue exteriorizar e se fortalecer na autoconfiança e autoestima maduras, independentes e realmente fraternas, sem fazer marketing ou propaganda.

Assim, nós nos afinizamos com lado positivo deles não condenando o negativo, já que por afinidade da lei dos semelhantes, nós também possuímos tudo isso em potencial.


Dalton Campos Roque
Artífice de palavras e desvelador de abismos. Médium das letras que transita entre o ácido e o sublime. Engenheiro de "pontes" que ligam o visível ao inefável. Projetor e pesquisador do astral, cultiva um jardim de paradoxos, onde florescem humor e transcendência. Meus livros são portais — alguns levam ao sótão da alma, outros às catacumbas do riso. Costumo dizer que “escrever é o último exorcismo antes do amanhecer”.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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