Com relação às seitas, podemos atingir o cerne desta problemática através da constatação cirúrgica de Paul Brunton:
“As pessoas conseguem o ensinamento que merecem. Uma pessoa falsa, defeituosa, propensa ao exagero, emocionalista e crédula, aceita com fé o conteúdo de interpretações extravagantes, clamores pessoais exagerados, profecias selvagens e inferências injustificadas. Deste modo, a seita ou grupo, com seus sonhos de messianismo interventivo e organização utópica, iguala-se ao caráter e capacidade dos seus aderentes. Todos são vítimas de fantasias: os seguidores das fantasias do líder e o líder de suas próprias”.
BRUNTON, Paul; Idéias em Perspectiva; Editora Pensamento; São Paulo; 1993.
Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.
Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”
E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.
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