GOTAS DE SABER CONSCIENCIAL

PARAPSIQUISMO X ÉTICA E COSMOÉTICA x CONSCIENCIOÉTICA

Estamos na moda da cosmoética. Atualmente pode-se efetuar qualquer descalabro, qualquer absurdo, amoralidade sob o título, rótulo e verniz da “cosmoética” e exercer auto e heterocorrupções grosseiras.

Se a cosmoética é algo que permite a fluência da arrogância, vaidade, orgulho e status evolutivo egóico, então eu renuncio a ela. Optarei pela CONSCIENCIOÉTICA que solicita equilíbrio, equanimidade, respeito, modéstia lúcida, ou seja, bons tratos a meus semelhantes acima de quaisquer justificativas intelectuais, falaciosas e levianas.

 

PARAPSIQUISMO X ÉTICA E COSMOÉTICA

É fácil observar o tanto que as pessoas ficam admiradas e seduzidas pelo parapsiquismo (os fenômenos) e em segundo lugar pelas teorias e semântica do conhecimento. Duas coisas que seduzem os mais incautos e enganam muito.

Nenhuma delas tem relação direta com a ética ou a cosmoética. No entanto, o nível evolutivo (superioridade evolutiva) tem relação principal, direta e prioritária com a ética e a cosmoética, mas não são sedutoras, não dão ibope, não fazem marketing, são discretas e silenciosas.

Como as pessoas desejam mesmo o poder e o status (principalmente as mais jovens), e não o nível evolutivo de fato, então elas se deixam admirar pelo que gostariam de ter e não possuem o acesso ao conhecimento espiritualista através do parapsiquismo. Como a maioria das pessoas não possui este acesso, privilégio de médiuns e projetores astrais, elas se deixam seduzir pelos habilidosos que utilizam estes talentos inatos para os manipularem. E então vemos um bando de tietes despreparados se fanatizando perante os pés desses pseudomestres.

 


Dalton Campos Roque
Engenheiro por destino, editor por teimosia, escritor por vocação, poeta por emoção, pesquisador da consciência por dharma, em busca de redenção.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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