GOTAS DE SABER CONSCIENCIAL

OS CHACRAS DELE ESTÃO DESALINHADOS

Se alguma pessoa que alega ser clarividente, e disser isto de alguém, saia correndo e não volte mais. Se não for clarividente, esclareça a ela que chacras não se desalinham, senão para arrumá-los teríamos que fazer um balanceamento e colocar um “chumbinho bioenergético” como se faz nos sistemas de geometria das rodas para automóveis.

Os chacras se descompensam, se desaceleram, se bloqueiam, sofrem de hipo energização ou hiper energização. Enquanto uns podem estar com excesso, outros podem estar com falta de energia. Uns podem estar abertos, dinâmicos, grandes e velozes, outros podem estar congestionados, bloqueados e lentos.

Os chacras são mais desenvolvidos em pessoas que trabalham mais as bioenergias e nas que possuem boas para percepções (sensitivos). Mas até mesmo os sensitivos podem estar com alguns ou muitos em mal estado, enquanto outros estão melhores.

Muitas vezes o fato de ser sensitivo é o fato de já vir programado para esta vida, com capacidade de descoincidência angular do psicossoma (perispírito / corpo astral), ou seja, a paracabeça do psicossoma se desloca alguns graus para o lado esquerdo, as bioenergias por consequência ficam mais soltas e o parapsiquismo se amplia.

Quando as energias ficam mais soltas, os chacras trabalham mais intensamente e interagem mais com o meio ambiente e suas energias, fazendo uma leitura (psicometria) do local e dos ocupantes do mesmo.

Esse erro de “os chacras se desalinham” já é um generalismo completo e aceito na internet e no mundo todo. Não há problema utilizarmos o termo se dentro da mente a coisa já estiver clara para nós, e não se preocupe em ficar corrigindo os outros, eu não faço isto, posto aqui no site Consciencial.Org de uma forma muito impessoal

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Dalton Campos Roque
Artífice de palavras e desvelador de abismos. Médium das letras que transita entre o ácido e o sublime. Engenheiro de "pontes" que ligam o visível ao inefável. Projetor e pesquisador do astral, cultiva um jardim de paradoxos, onde florescem humor e transcendência. Meus livros são portais — alguns levam ao sótão da alma, outros às catacumbas do riso. Costumo dizer que “escrever é o último exorcismo antes do amanhecer”.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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