MEU EPITÁFIO PARA-QUANDO-EU-ME-FOR

MEU EPITÁFIO

A verdadeira obra deste escritor, ninguém leu.
Ele “escreveu dentro” dele mesmo.

Não importa quantas obras eu escreva;
Não importa quantos mestres eu assine;
Não importam minhas palavras nem minhas linhas.
Só importa o que eu “escrevi no silêncio invisível” de meu coração.
A caridade é muito importante, mas a reforma íntima é indispensável.

Dalton Campos Roque
www.consciencial.org


Dalton Campos Roque
Artífice de palavras e desvelador de abismos. Médium das letras que transita entre o ácido e o sublime. Engenheiro de "pontes" que ligam o visível ao inefável. Projetor e pesquisador do astral, cultiva um jardim de paradoxos, onde florescem humor e transcendência. Meus livros são portais — alguns levam ao sótão da alma, outros às catacumbas do riso. Costumo dizer que “escrever é o último exorcismo antes do amanhecer”.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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