GOTAS DE SABER CONSCIENCIAL

FALAR UM PALAVRÃO OU TERMO CHULO DESCE A SINTONIA

Ouvi esta frase num evento espírita, durante um almoço, onde um grande nome do espiritismo brasileiro acentou-se do meu lado e o colega Wagner Borges do outro lado, não importa quem kkkk. Eu e o Wagner somos muito bem humorados e meio zuadores mesmo, não tenho duas caras, sou assim em qualquer lugar.

Wagner Borges nos relatou, na mesa, durante o almoço uma projeção onde falou um termo chulo, um palavrão leve e que ia contar o caso na palestra. O autor e palestrante espírita disse que não seria bom para não baixar a sintonia, mas Wagner falou assim mesmo. A seguir relato minha opinião.

Não é tão radical assim. Posso falar palavras bonitas com pensamentos e sentimentos baixos e mesquinhos (pensene ruim) ou falar um termo chulo, e mesmo um palavrão, sem descer minha sintonia.

Pelo menos em nível de encarnado mediano no planeta Terra.

Todos sabem que dependendo do humor (bom humor – como o meu por exemplo – kkkk) se eleva a sintonia, e em muitos deles falamos palavras bem vulgares, mas dependendo das pessoas e do contexto, não baixa a sintonia ou a vibração.

Não há uma regra fixa. Posso sentir ódio, expressando até uma linda oração. Este tópico deve ser bem contextualizado para não ser distorcido.

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Dalton Campos Roque
Artífice de palavras e desvelador de abismos. Médium das letras que transita entre o ácido e o sublime. Engenheiro de "pontes" que ligam o visível ao inefável. Projetor e pesquisador do astral, cultiva um jardim de paradoxos, onde florescem humor e transcendência. Meus livros são portais — alguns levam ao sótão da alma, outros às catacumbas do riso. Costumo dizer que “escrever é o último exorcismo antes do amanhecer”.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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