Não adianta fazer assistencialidade com palavras e expressões belas (“boas energias”; “paz e luz”; “irmão”, “Jesus”, etc). Assistencialidade se faz com amor, discernimento e ponderação. Assistencialidade feita com orgulho intelectual, afobação e sectarismo doutrinário pode surtir efeito contrário no assistente e no assistido.
Muitos dos problemas dos espíritos errantes são psicológicos (dos encarnados também) e, portanto, precisam de abordagem mais clínica do que religiosa. A consolação religiosa só preenche a carência afetiva do assistido por pouco tempo (logo o problema retorna). É preciso associar a técnica do conhecimento (Psicologia, Bioenergética, parapsiquismo, animismo, mediunismo, etc.) com o sentimento elevado antiarrogante chamado modéstia lúcida, às vezes com mansuetude, às vezes de forma enérgica, mas sempre ponderada e contextualizada em cada caso. Realmente não é fácil servir. Sou mero aprendiz.
Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.
Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”
E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.
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