NIVEIS DE PIORIDADE CÁRMICA

NÍVEIS DE PRIORIDADE KÁRMICA

É necessário bastante cuidado no entendimento destes conceitos. O sentimento do que é urgente ou dispensável é relativo e pode mudar a qualquer momento, tudo depende de um referencial. Nossa referência para karma dispensável será o karma urgente.

1. Karma Urgente

O karma urgente é o karma mais grave de uma lista e por isto é o que será enfrentado na próxima oportunidade. O karma urgente é o karma de hoje, do aqui, do agora de todas as nossas vidas. O karma urgente é o karma negativo maior, aquele que demanda cobrança espiritual da maior quantidade de consciências não perdoadoras e infelizes.


O karma urgente ainda pode se subdividir em outros dois:

1.a. Karma Presente

É o karma que se manifesta incondicionalmente independente de qualquer conduta, pensamento ou modificação de seu portador. Exemplo: é o câncer que aparece de repente e sem motivo aparente. É a deficiência física de nascença. É a limitação mental grave.


1.b. Karma Latente

É o karma que está presente, mas não se manifesta, pois depende de alguma atitude negativa de seu portador para manifestar. Exemplo: é o câncer que aparece em função do mau hábito de fumar. É o acidente que decepa o corpo em atitudes negativas ao dirigir. É a AIDS que surge na relação sem camisinha.


2. Karma Dispensável

O karma dispensável é um karma menor que o anterior e por isto se torna secundário. É claro e evidente que não viemos a uma vida para quitar somente um karma. Reencarnamos com o objetivo de fazer a coisa render dentro de nossas possibilidades evolutivas. Sempre estaremos quitando um punhado deles. Este será o punhado mais urgente, os outros punhados são dispensáveis no momento e ficarão para a próxima ou próximas vidas. A rigor, nenhum karma é dispensável, pois todos serão quitados mais cedo ou mais tarde.


Dalton Campos Roque
Artífice de palavras e desvelador de abismos. Médium das letras que transita entre o ácido e o sublime. Engenheiro de "pontes" que ligam o visível ao inefável. Projetor e pesquisador do astral, cultiva um jardim de paradoxos, onde florescem humor e transcendência. Meus livros são portais — alguns levam ao sótão da alma, outros às catacumbas do riso. Costumo dizer que “escrever é o último exorcismo antes do amanhecer”.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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