MITOS SOBRE OS CHACRAS

MITOS SOBRE OS CHACRAS E ENERGIAS

Citamos a seguir alguns poucos mitos (não todos) sobre os chacras e a seguir a justificativa com a explicação correta, que o estudante e o pesquisador lúcido devem saber para se precaver contra o misticismo e ignorância da New Age dentro e fora da internet:

 

  • “Realizar trabalhos de energia, tratamento e cura sem roupa é melhor para tratar dos chacras” – As energias transcendem o espaço e o tempo e permeiam objetos sólidos e a distância física.
  • Roupa preta bloqueia as energias” – Muitos mestres em Artes Marciais utilizavam roupas pretas e eram exímios manipuladores de bioenergias.
  • Os chacras se desalinham” – Os chacras se obstruem, mas não se desalinham. Desaceleram, mas não param nunca, senão a pessoa morre.
  • O chacra cardíaco está em cima do coração” – O chacra cardíaco obedece ao alinhamento da coluna vertebral, portanto está situado no centro do peito e não em cima do coração, embora exista outro chacra aí também.
  • Chacra esplênico é um chacra principal” – O chacra esplênico não está associado a nenhuma glândula, portanto é um chacra secundário. Todo chacra principal está obrigatoriamente associado a uma glândula. Estão trocando o chacra esplênico pelo sexual, inclusive é um erro do livro de Lead Beater da Teosofia que perdura na internet até hoje e muitos copiam.
  • Colocar o chacra esplênico no lugar do chacra sexual” – O tabu em relação ao sexo fez com que escritores do passado, omitissem o chacra sexual, e esta omissão fez com que muitos estudiosos e escritores ocidentais, pensassem que o chacra esplênico estaria neste local.
  • Fixar cores definitivas nos chacras – Os chacras possuem cores base ou cores de fundo, mas estas variam em função do contexto: saúde, alimentação e sentimentos do momento. Quando os chacras estão desobstruídos eles ficam claros e até brancos.
  • Desbloquear chacras em palestras – você já assistiu alguma palestra sobre alguma técnica de cura, limpeza energética ou as que demonstram alguns equipamentos “místicos” / “esotéricos” tipo um aurameter – medidor de aura, pêndulos e correlatos? Pois é, nada contra tê-los ou utilizá-los, mas com eles ou não, vemos em palestras de seres que não percebem nada de bioenergias, pedindo voluntários para medir a aura e os chacras do público, medindo e dizendo que tal chacra está bloqueado. Depois fazem alguma coisa simples, seja com aparelhos, perfumes, óleos, rituais, gestos, símbolos, etc, depois refazem as medições e os tais chacras se “revelam desbloqueados”. Não somos contra nada disso, até pelo contrário, bem utilizadas quaisquer acessórios podem ser úteis.
  • Dizer que o chacra umbilical está abaixo do umbigo – errado, ele pega o umbigo e ainda uma pequena região acima a distância de dois dedos.

Mas não se desbloqueia um chacra assim como por “mágica”. É preciso uma pessoa (o ser humano é o recurso principal o resto é acessório) potente em bioenergias para fazer tal serviço, e mesmo assim, penso que demoraria 15 ou mais minutos deitada numa maca, num ambiente blindado energeticamente e propício. Claro, peço desculpas pelo generalismo e até por não poder explicar mais as variáveis, apenas deixo como alerta de discernimento.

Tem gente que escreve ÁUREA, mas o correto é AURA. Há também quem escreva CHÁCARA, mas o correto é chacra ou chakra. Agora imagine i incauto desses falando: “os chácaras que estão na área”. Bem, não impede que a Áurea (mulher) tenha uma chácara (pedaço de terra) kkkkk.

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Chacra | Chacras | Esplênico | Contra | Bioenergias | Principal | Estão | Sexual | Cores | Alguma
Dalton Campos Roque
Engenheiro por destino, editor por teimosia, escritor por vocação, poeta por emoção, pesquisador da consciência por dharma, em busca de redenção.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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