EMPRESA CONSCIENCIAL - MUITO ALÉM DE EMPRESA ESPIRITUALIZADA OU RELIGIOSA

EMPRESA CONSCIENCIAL – MUITO ALÉM DE EMPRESA ESPIRITUALIZADA OU RELIGIOSA

Uma Empresa Consciencial não é apenas um CNPJ que vende produtos ou serviços. Ela é um organismo vivo, com corpo físico, campo energético e propósito evolutivo. É uma instituição que compreende que lucro é consequência, não finalidade suprema. O centro não é o ego corporativo, mas o dharma coletivo.

Vamos aprofundar isso com clareza e visão prática.

1. O propósito acima do ego empresarial

Uma Empresa Consciencial nasce da pergunta:
Qual é a missão evolutiva desta organização?

Ela entende que:

– Empresas também têm propósito evolutivo: karma e dharma coletivos.
– Decisões geram consequências em todos os planos interdensionais proporcionais a consciência de cada participante
– Relações profissionais são encontros kármicos dhármicos.
– Prosperidade precisa estar alinhada com cosmoética.

No livro O DHARMA E SUAS LEIS, vemos que o dharma é missão da alma. O mesmo princípio pode ser expandido para grupos e instituições.
Uma empresa pode ter um dharma coletivo, quando existe para servir, educar, curar, organizar ou transformar a sociedade.


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2. Cultura interna baseada em cosmoética

Não basta falar de espiritualidade e explorar funcionários. Isso é distorção consciencial.

Uma Empresa Consciencial:

– Valoriza pessoas acima de números.
– Estimula e coopera com autoconhecimento dos participantes através da autopesquisa.
– Não usa ameaça, pressão psicológica e medo como ferramenta de gestão.
– Incentiva cooperação total, não competição tóxica.
– Trabalha liderança como serviço.

Ela compreende que clima organizacional é campo energético coletivo.

Se há fofoca, manipulação e ego inflado, o holopensene da empresa adoece.
Se há transparência, propósito e respeito, o campo se fortalece atrai e se associa a egrégoras.


3. Prosperidade como fluxo de energia

No capítulo “Dinheiro e Dharma”, da mesma obra citada, é explicado que prosperidade espiritual não é acumulação egoica, mas alinhamento com o fluxo correto.

Aplicado à empresa:

– Lucro é energia circulando. Pode ser positiva ou negativa, dependendo dos princípios éticos e cosmoéticos do coletivo.
– Salários são redistribuição energética. Os salários e as funções, não seguem a hierarquia piramidal impositiva, mas tendem a hieararquia entrelaçada circular.
– Investimentos são sementes kármicas sadias.
– Impostos são responsabilidade social.

Quando a empresa prospera explorando, ela cria karma coletivo proporcional aos salários e poder hierárquico de decisões.
Quando prospera gerando valor real, ela fortalece seu campo e ganha mais amparo espiritual. São dois times, duas empresas paralelas em sinergia: uma no plano físico e sua paralela no plano astral.


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4. Gestão energética e emocional

Uma Empresa Consciencial compreende que:

– Burnout é desarmonia bioenergética e inaceitável.
– Ambientes tóxicos drenam vitalidade, também inacitáveis.
– Conflitos mal resolvidos criam energias densas e desarmônicas e tendem a criarem miasmas astrais.

Ela pode implementar:

– Sala de meditação
– Banco de horas com horário flexível
– Trabalho remoto, sem preocupações de vigilância ostensiva e pressão incoerente de metas.
– Momentos de silêncio ou alinhamento
– Programas de desenvolvimento interior – cursos e vivências internos e externos.
– Mediação consciente de conflitos, sem favoritismos, paternalismos ou vitimismos.
– Espaços físicos harmonizados com diversos fins sadios específicos, inclusive ambientes culturais.

Não tem nada a ver com misticismo. É higiene energética organizacional.
Nota: há empresas que são dissimuladamente ou ostensivamente religiosas, exigindo que todos os seus funcionários sejam de uma mesma doutrina, isto não é empresa consciencial ou espiritualizada, mas lavagem cerebral e preconceito coletivo radical.


5. Liderança consciencial

O líder consciencial:

– Não governa pelo medo ou manipulação psicológica.
– Não centraliza por insegurança, delega com confiança.
– Não manipula por vaidade e confessa suas fragilidades.

Ele entende que liderar é servir.

Como é abordado na obra O KARMA E SUAS LEIS, responde às intenções. O mesmo vale para quem ocupa posição de poder.
Autoridade mal usada gera resgate kármico inexorável futuro.


6. Relação com clientes e sociedade

Empresa consciencial não usa marketing ilusório, letras pequenas nos contratos ou publicidade com técnicas de copywriter.
Não promete o que não entrega.
Não cria escassez artificial.

Ela educa o cliente e aos funcionários, ou seja, a si mesma.
Entrega valor real.
Constrói confiança de longo prazo.

Ela sabe que cada contrato é um vínculo kármico e energético e uma oportunidade de resgate, “doação” e serviço ao coletivo.


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7. Diferença entre empresa espiritualizada e empresa consciencial

Empresa espiritualizada pode usar religião, símbolos, incensos e discurso elevado.
Empresa consciencial vive cosmoética na prática.

A primeira pode ser estética.
A segunda tem que ser ética buscando a cosmoética.


Fechando o raciocínio

Uma Empresa Consciencial é aquela que:

– Possui missão sadia clara.
– Atua com cosmoética, mesmo errando.
– Entende de karma e dharma coletivo.
– Trabalha prosperidade com responsabilidade.
– Desenvolve pessoas e cosnciências.
– Serve à sociedade.

Ela não rejeita o lucro.
Ela o transcende como finalidade única.
Não devaneia em doutrinas, mitos, gurus ou religiões.

É capitalismo com consciência.
É gestão com alma.
É produção com propósito consciencial.

Nota: comecei a escrever sobre Empresa Consciencial desde o ano 2000 após ter uma vivência com esta intenção entre 1996 e 2000.
Escrevi muitos textos, em esferográfica que estão em cadernos de rascunho encadernado em espirais, guardados em caixas de papelão em pilhas acumuladas de difícil acesso no momento. Hoje, tive a intuição de voltar a escrever sobre isso.

 


Dalton Campos Roque
Engenheiro por destino, editor por teimosia, escritor por vocação, poeta por emoção, pesquisador da consciência por dharma, em busca de redenção.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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