discernimento da autocrítica

DISCERNIMENTO DA AUTOCRÍTICA

Por Dalton C. R.

Pessoas boas também fazem coisas ruins,

Pessoas ruins também fazem coisas boas.

Somos a média de nossos amigos e colegas mais próximos,

Nós e nossos grupos somos pessoas boas que fazem coisas ruins.

Portanto, ao julgar as coisas ruins de seu colega / amigo, pense que ele pode ser melhor que você nas coisas boas que faz.

Pense que você tem outras coisas ruins (que não enxerga agora) e que este mesmo colega / amigo que está julgando, pode perceber em você também.

Não é apenas sábio não julgar, mas é inteligente também.

As vezes o sujeito bom que faz coisas ruins, perdoa as coisas ruins que ele percebe em você e você nem sabe.

Temos o instinto reptiliano de julgar em frações de segundo. Testes contemporâneos de inteligência emocional confirmam isso. Mas após fazermos isto (e eu também faço), devemos limpar a forma-pensamento negativa que geramos em nós e nessa outra pessoa.

Façamos assim após discernir com autocrítica justa nosso sentimento mesquinho:

  • Fulano, eu te perdoo.
  • Fulano, eu te peço perdão.
  • Eu me perdoo, eu me ofereço meu perdão.

E prossiga no caminho do orai por outros e vigiai a si.

Eu sou Dalton Campos Roque, “filósofo” da alma, escritor consciencial e acredito num mundo melhor que não dependa de outros, mas antes de si.

Dalton – www.consciencial.org

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Dalton Campos Roque
Engenheiro por destino, editor por teimosia, escritor por vocação, poeta por emoção, pesquisador da consciência por dharma, em busca de redenção.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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