sathya sai baba

AVATARES E SATHYA SAI BABA

Todo Avatar[1] só foi considerado tal após a sua morte e muito mais, após certo tempo. O ego dos homens não reconhece os dharmas avançados, pois estes estão sempre à frente de seu tempo e acima de seu entendimento. É como os pesquisadores que desenvolvem testes de inteligência e enfrentam pessoas de inteligência bem maior que a deles, os inventores dos testes!

Depois que os homens das grandes obras (boas e más) se foram, é que eles são criticados ou elogiados. Sempre há críticas às boas obras e grandes homens, como também elogios às grandes obras más.

Há quem defenda e goste de Hitler até hoje. Há pessoas que ouvem boatos ou os leem na Internet e acreditam como se fossem verdade absoluta. É evidente que temos que questionar os veículos de comunicação, que muitas vezes atendem a interesses escusos (financeiros, proselitistas e políticos), e questionar os boatos de internet, listas de discussão, sites, etc., além de existirem pessoas simplesmente levianas.

Não acredite nos autores cegamente, pesquise e conheça você mesmo as obras de Sathya Sai Baba[2] e prestou uma obra de grande vulto, tanto em esclarecimento quanto em consolação. Leviano é aquele que emite uma opinião sobre o que não conhece e não pesquisou.

[1] Avatar é uma manifestação corporal de um ser imortal segundo a religião hindu, por vezes até do Ser Supremo. Deriva do sânscrito Avatāra, que significa “descida”, normalmente denotando uma (religião) encarnações de Vishnu (tais como Krishna), que muitos hinduístas reverenciam como divindade. Muitos não-hindus, por extensão, usam o termo para denotar as encarnações de divindades em outras religiões.

[2] Era um guru líder espiritual, místico, filantropo e educador, considerado por muitos como um Avatar (encarnação na forma humana de um ser divino). Ele próprio dizia ser a reencarnação de Shirdi Sai Baba, um religioso eclético indiano do século XIX venerado por hindus e muçulmanos.

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Dalton Campos Roque
Artífice de palavras e desvelador de abismos. Médium das letras que transita entre o ácido e o sublime. Engenheiro de "pontes" que ligam o visível ao inefável. Projetor e pesquisador do astral, cultiva um jardim de paradoxos, onde florescem humor e transcendência. Meus livros são portais — alguns levam ao sótão da alma, outros às catacumbas do riso. Costumo dizer que “escrever é o último exorcismo antes do amanhecer”.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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