UMA VIDA SEM GRAÇA

UMA VIDA SEM GRAÇA

Eu me pergunto: será que tenho uma vida sem graça?
Será que NÃO sou próspero, ou seja, pobre ou pobre de espírito?
Será que não mereço pertencer a “casta” do “mind set” do clube elitista dos “prósperos”?
Será que não sou”gente legal “?
Afinal, os prósperos não se misturam, pois há uma ” lei de prosperidade” que dita que próspero não pode andar com pobre.

No entanto, a fraternidade universal tem outras leis mais acima de tal egoísmo. As leis inexoráveis da consciência possuem outras leis mais fraternas e flexíveis sem precisarmos nos isolar numa casta / clube de evoluídos, de prósperos, de salvos, etc.

Emmanuel disse a Chico Xavier: “Não é possível resgatar o náufrago sem se atirar ao chicote das ondas do mar”, ou seja, a fraternidade e a espiritualidade sadias não permitem se isolar em Torres de Marfim.

A “prosperidade” é só uma modinha New Age, vazia de consciência, subvertendo leis eternas imperecíveis.

Eu estou desperto!

E minha fraternidade vivida, não me permite me isolar em clubes elitistas que evitam: os vida sem graça, os pobres, os sem cultura, os esquerdistas, os direitistas e os que não são prósperos.

Video dedicado aos “mestres” da prosperidade da web mundial.

Dalton Campos Roque, Consciencial.org.
Mais fraternidade e menos egoísmo!
E menos modinhas New Age.

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Dalton Campos Roque
Artífice de palavras e desvelador de abismos. Médium das letras que transita entre o ácido e o sublime. Engenheiro de "pontes" que ligam o visível ao inefável. Projetor e pesquisador do astral, cultiva um jardim de paradoxos, onde florescem humor e transcendência. Meus livros são portais — alguns levam ao sótão da alma, outros às catacumbas do riso. Costumo dizer que “escrever é o último exorcismo antes do amanhecer”.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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