Há quem analise ideias e conceitos e há quem as produzam mesmo com o risco da falha.
Há críticos e julgadores para as ideias e conceitos e há quem as pesquisem.
Há comentaristas e intérpretes das doutrinas (intelectuais de doutrinas) e há quem as pratiquem.
Há quem crie e investigue a fundo as terapias e médotos de autocura e há quem as utilize, as mistifique e as dogmatize.
Há os que criam e investigam a filosofia e há os que repetem as ideias dos outros (inclusive comos e fosse verdade absoluta).
Necessitamos de todos, contanto que sejam claros, lúcidos, críticos e discernidores em vez de serem mistificadores, idólatras, teóricos, obscuros e dogmáticos “New Age’s”. – Dalton Campos Roque
Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.
Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”
E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.
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