DONA DOR
Sou a fina flor sutil da solidão das lágrimas Sou o eco do silêncio que percola invisível Sou a escuridão que visita as almas desoladas Sou a amargura incompreensível que parece injustiça da natureza Sou o NÃO às COSTAS do mundo no decorrer da eternidade das horas lentas Sou o espinho dos cactos











