Esta ideia / pensamento / frase / proposta / refrão, nos remete imediatamente ao paradigma consciencial, muito “acima” e além do paradigma cartesiano newtoniano, falido, mofado, atrasado, desumano, comercial e prostituído. Aliás, é bom recordar que o paradigma quântico está entre os dois, mais adiantado que o newtoniano e bem mais atrasado que o paradigma consciencial.
Penso que o ônus da prova cabe a quem propõe, a quem afirma apenas no paradigma cartesiano, e no paradigma consciencial, o ônus da auto-experimentação cabe ao “descrente” / cético / materialista / negador / etc, já que este (o negador) não pode entrar na mente de quem critica nem para negar-duvidar e menos ainda, para observar e analisar, o que se passa a quem vivenciou a experiência espiritual / intuitiva / bioenergética / parapsíquica / mediúnica / projetiva, ou seja, consciencial, através de um evento auto comprobatório (suficiente para comprovar a si mesmo), compreendido e explicado apenas no paradigma consciencial, ainda inalcançável e inatingível pelas mentes insípidas, inodoras e incolores do paradigma cartesiano.
No entanto, vamos além: conceitualmente o título deste artigo está correto – NÃO ACREDITE EM NADA TENHA SUA PRÓPRIA VIVÊNCIA, no entanto, poderá soar como um proselitismo, apenas como um marketing grupal com intuito de que você – o questionador / curioso / etc – vá testar por lá a tal proposta ($$$$$).
Minha pergunta é: estarão esses propositores do – NÃO ACREDITE EM NADA TENHA SUA PRÓPRIA VIVÊNCIA – dispostos a experimentarem as propostas de outros? Inclusive as ideias antagônicas a eles?
Hhhhhhhhuuuuuuuuuuuuuuummmmmmmmmmmmmm………………………..

Dalton é escritor, poeta, cronista, contista, jornalista do astral, médium e humorista incorrigível da consciência. Sente saudade de seu planeta em Sírius B e espera com ansiedade o “resgate” pelo planeta Chupão. Brinca: “Não quero ficar com os ‘evoluídos’.” Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião. Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia.
Como costuma dizer: “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”
E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escreve serve, antes de tudo, para ele mesmo.
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