Paradigma Newtoniano

O paradigma cartesiano ou paradigma newtoniano caracteriza-se por propor uma visão mecanicista, materialista do conhecimento, composta de várias partes menores que se unem. Observa o funcionamento de qualquer máquina, objeto ou ser como um mecanismo, que é preciso desmontá-lo ou fragmentá-lo para conhecê-lo. Segundo o paradigma cartesiano, para conhecer o todo, é necessário dividi-lo nas várias partes que o integram e estudar cada uma dessas partes individualmente. Por exemplo, para conhecer um carro, entrar nele e dirigi-lo. É preciso conhecer as suas partes, como o motor e outros componentes. O paradigma cartesiano é limitado e reducionista e não aceita a consciência e a espiritualidade com fenômeno natural da existência. Chamamos a atenção do leitor para não confundir o “paradigma” com o nome do “pesquisador” Newton ou Descartes, uma coisa não tem a ver com a outra! Eles foram os “pais” da ideia, do conceito e não de suas consequências atuais, inclusive possuíam um perfil mais filosófico, alquímico, até ligeiramente “espiritualista”.

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Sobre o(a) autor(a)

Dalton Campos Roque - auto intitulado como "Tio Dalton" de forma irreverente, sempre bem humorado e brincalhão. Formado em Engenharia Civil, pós-graduado em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia e em Educação em Valores Humanos. Manifestou eventos paranormais e mediúnicos desde o berço e foi criado neste meio, pois seu pai e dois irmãos também manifestavam fenômenos parapsíquicos ostensivos. Começou a aprender com o pai (que é médico e Parapsicólogo) Parapsicologia e Hipnose a partir dos 14 anos de idade. ----- Professor de Informática, espiritualista universalista, médium intuitivo, curioso e espontâneo em desconstruir falácias religiosas, espiritualistas e "New Age's". ----- Curte Rock Progressivo, Rock pesado, música New Age e músicas mais espirituais em geral, adora filmes de ficção científica e ação. Curte eletrônica, áudio, física e matemática. ----- É simples, irreverente, se denomina "caipira" e "sente muitas saudades de seu planeta". ----- O que mais aprecia é escrever, aprender, criar "coisas" novas e originais e organizar conhecimento com tendências mais científicas. Detesta o misticismo exacerbado New Age, o que considera uma desinformação. --- -Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.---- "Desvio-me daquilo que não posso aperfeiçoar e me aproximo daquilo que posso. Se não tenho condições de curar meu corpo, tenho condições de curar minha mente e, assim, me libertar para tomar decisões sensatas. Eu escolho o que me preocupa. O pensamento pode ser dirigido tanto para o caos quanto para a quietude. Posso optar por não esboçar infinitamente as “causas” das minhas dificuldades e projetar, no futuro, as suas limitações e agonias. Se não posso evitar que certas pessoas me condenem, posso parar de analisar seus motivos e deixar de defender meus atos. Não importa de quais aspectos eu não goste ou tenha medo, posso interromper minhas desgastantes tentativas de torná-los perfeitos." Hugh Prather - A Arte da Serenidade

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