EU SOU...

EU SOU…

Eu sou negro…
Eu sou asiático,
Sou indiano,
Eu sou chinês, japonês e coreano…
Eu sou branco, mas,
Sou pardo também.
E claro, sou índio.

Sou do amor, sou da vida,
Sou do mundo…
Sou cidadão do cosmos,
Sediado no meu corpo e amarrado por meu coração.

Sou todos eles,
Sou cada um de vocês.
Sou seu choro, sou suas lágrimas,
Sou seu sorriso e sua gargalhada,
Sou sua paz e sua harmonia,
Sou seu brilho e também sua tristeza.

Sou seu corpo,
Sou sua alma,
Sou seu coração,
Sou cidadão do cosmos,
Filho do Absoluto.

Eu sou cada um de vocês,
Eu sou cada gota que perfaz os oceanos,
Sejam os oceanos dos mares ou o os dos corações da vida.

Eu não entendo nada de música,
Mas sou universalista,
Respeito as raças e credos,
Religiões e tradições
Rituais e manias
De cada grupo, opção e cultura,

Eu não entendo nada de música,
E curtindo um vídeo do youtube
Eu reparei uma mixagem universalista
que mistura nossos corações

E me lembrei que o idioma da música une os povos,
Que o ritual da simpatia cria união
Que o saber do amor, cria compaixão
Se a matemática une as mentes em sua linguagem universal,
Os sorrisos unem até quem não sabe ler ou escrever.

Paz e Luz – Tio Dalton – www.consciencial.org
Cada vez mais simples e modesto, perdido nas coisas do coração.

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Dalton Campos Roque
Artífice de palavras e desvelador de abismos. Médium das letras que transita entre o ácido e o sublime. Engenheiro de "pontes" que ligam o visível ao inefável. Projetor e pesquisador do astral, cultiva um jardim de paradoxos, onde florescem humor e transcendência. Meus livros são portais — alguns levam ao sótão da alma, outros às catacumbas do riso. Costumo dizer que “escrever é o último exorcismo antes do amanhecer”.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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