MORALISMO POSITIVO E NEGATIVO

MORALISMO “POSITIVO” E MORALISMO NEGATIVO – AMBOS PATOLÓGICOS

ANTES DE INICIARMOS, algumas citações:

o moralismo é imoral

Significado de Moralismo <https://www.dicio.com.br/moralismo/>

substantivo masculino

[Filosofia] Religião. Doutrina que afirma ser a moral um valor universal e necessário para a percepção da realidade, em detrimento dos demais valores.
[Por Extensão] Ação de manifestar, através das palavras e/ou ação, uma preocupação demasiada com questões de teor moral, geralmente, demonstrando juízo de valor ou preconceitos para com os demais; puritanismo.
Ética. Percepção da moral irrefletida que, separada do sentimento da moral, se baseia em considerações normativas e tradicionais, julgando uma situação a partir dessas considerações sem ter em atenção a complexidade de seus elementos constituintes.
Etimologia (origem da palavra moralismo). Moral + ismo.

Sinônimos de Moralismo
Moralismo é sinônimo de: puritanismo

Antônimos de Moralismo
Moralismo é o contrário de: amoralismo, imoralismo


Moralismo <https://www.infopedia.pt/dicionarios/lingua-portuguesa/moralismo>

1. doutrina ou atitude de quem faz da moral um valor absoluto que se basta a si mesmo
2. FILOSOFIA doutrina que considera ser a dimensão moral o aspeto decisivo para a compreensão da realidade
3. RELIGIÃO doutrina segundo a qual os deveres morais (para consigo mesmo e para com os outros) prevalecem sobre os deveres religiosos (para com Deus)
4. pejorativo adesão rigorosa e formal a uma determinada moral
5. pejorativo tendência para avaliar de forma intransigente o comportamento dos outros segundo os seus próprios padrões morais.


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E finalmente iniciando, o moralismo é a ferramenta de quem:

  • Não tem a devida informação;
  • Não procura ou se interessa por ela;
  • Está focado em sua cultura social e/ou grupal limitante e territorial;
  • Tem preguiça de ler, estudar e se informar – por isso não tem argumentos;
  • E quando lê, não sabe interpretação de texto, distorcendo tudo a mera e reduzida opinião pessoal de seus próprios sub valores.

A informação te trás dados relevantes, estatísticas, ferramentas e componentes para uma ANÁLISE, e análise não é julgamento, não é moral, não é pessoal, não é achismo leigo. Tudo mundo tem sua opinião e acha alguma coisa, isso é livre e democrático, mas ter dados e informações para um debate mais justo, é outra coisa.

Quando se trabalha com informação, com esclarecimento consciencial, está-se sujeito a toda sorte de julgamentos. E onde há julgamento não há debate, ataca-se a pessoa (o inimigo de quem discordo) e não as ideias, afinal ideias contém informação e julgamento contém emoção, um opinião primária disfarçada de dono da razão.

O que denominei de MORALISMO POSITIVO também acontece, quando esses anônimos das redes sociais simpatizam com você, e cuja as suas desinformações e opiniões pessoais batem com que você escreveu ou veiculou. No entanto, apesar do apoio “moral” (o mais correto é apoio moralista e não moral), o simpatizante apenas concordou em seu achismo pessoa e não detém suas / minhas informações, vivência pessoal e experiência de vida, inclusive mediúnica e fora do corpo. Entendeu?

O moralismo positivo, é um ponto de referência de um exercício moralista que endossa (imoralmente kkk) um outro veiculador de informação.

O moralismo negativo, é o que vai contra a sua opinião, e moralistamente julga e condena, sua informação, pois o achismo dela é contrário a sua informação.

Ambos são achismo leigo, ambos são patológicos, pois opinião todos têm, mas bem poucos discernem diante de informações relevantes.

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Dalton Campos Roque
Engenheiro por destino, editor por teimosia, escritor por vocação, poeta por emoção, pesquisador da consciência por dharma, em busca de redenção.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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