Através de minha dor, avalio meus atos presentes e passados,
Assim, com serenidade e na dor eu vejo…
Sim, eu vejo a perfeição e a harmonia do universo,
Vejo os desmandos humanos nos meus próprios desmandos,
Vejo as causas e as consequências e porventura, a dor…
Sinto a dor do mundo em minha dor,
Compreendo os erros do mundo em meus erros.
Assim, esperando consolo, compreensão e perdão, eu também perdoo o mundo.
Então também entendo, e não julgo mais o mundo.
Afinal o ego alheio lembra minha dor e espelha meu ego.
Assim vejo o mundo em mim e eu projetado no mundo.
Vejo meu ego e o ego do mundo,
Mas somente se eu compreender profunda e espiritualmente o mundo,
Vou perceber uma consciência divina eterna, imortal imperecível que consola meus fracassos existenciais multimilenares,
E dessa froma, nessa dor de meus erros, eu aprendo a compreender o mundo, as pessoas, a sociedade…
Assim, bem ou mal, vou aprendendo a me conhecer e a me compreender.
E ao ver as misérias conscienciais do mundo – onde me incluo – vejo a essência divina reinando de forma magna, observador, serena e imperecível.
Ao fundo o Absoluto, o Tao, o Eterno…
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