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Poesia · Silêncio · Consciência
Encontros com o Inefável
Poemas sobre o silêncio e o retorno da consciência
Há livros que ensinam. E há livros que escutam.
Uma obra poética e contemplativa sobre presença, mistério, interioridade, silêncio e reconhecimento da dimensão profunda da consciência.

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Ficha técnica
ISBN, edição e número de páginas poderão ser acrescentados quando a ficha bibliográfica completa estiver disponível.
Sinopse
Encontros com o Inefável reúne poemas nascidos de momentos em que a palavra se aproxima de seus próprios limites e o silêncio passa a comunicar aquilo que não pode ser inteiramente explicado.
A obra percorre caminhos de contemplação, interioridade e presença, convidando o leitor a reconhecer o mistério não como ausência de conhecimento, mas como dimensão profunda da experiência humana.
Cada texto funciona como pausa, espelho e abertura. Não procura definir o invisível, provar o sagrado ou organizar o infinito em conceitos rígidos.
Os poemas falam da alma que se reconhece, da consciência que retorna ao essencial, da mente que se curva diante do desconhecido e do coração que aprende a ouvir o que permanece além das formas.
Mais do que compreender, a obra propõe sentir, silenciar, perceber e permanecer por alguns instantes diante daquilo que não cabe completamente na linguagem.
Leia algumas páginas
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O que é o inefável?
Inefável é aquilo que pode ser vivido, intuído ou reconhecido, mas não inteiramente traduzido por palavras.
Silêncio
→
Presença
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Percepção
→
Reconhecimento
→
Inefável
Não é ausência de sentido, mas excesso de profundidade diante dos limites da linguagem.
Poesia nascida do silêncio
A poesia desta obra não procura ocupar todos os espaços. Ela preserva pausas, vazios e intervalos para que o leitor participe da construção do sentido.
O silêncio não aparece como ausência, isolamento ou negação da vida, mas como campo de escuta e reorganização interior.
Quando a mente reduz o ruído, pequenas percepções ganham nitidez: uma lembrança, uma sensação, um medo, um chamado íntimo ou uma presença que antes passava despercebida.
A palavra poética surge desse encontro entre aquilo que pode ser dito e aquilo que precisa continuar respirando além da frase.
Eixos poéticos
Temas que atravessam os poemas e conduzem a experiência de leitura.
O espaço onde o excesso se dissolve e a consciência volta a escutar.
A experiência de permanecer inteiro diante do instante vivido.
Aquilo que não se deixa reduzir completamente a conceitos ou explicações.
O retorno à dimensão íntima onde pensamentos e sentimentos são reconhecidos.
A presença que observa, sente, aprende e se reconhece além das circunstâncias.
A abertura para dimensões da experiência que ultrapassam o imediato.
A capacidade de suspender controle e permanecer diante do desconhecido.
O reencontro com aquilo que sempre esteve presente no centro do ser.
O retorno da consciência
O retorno proposto no subtítulo não é deslocamento físico nem regressão a um passado idealizado.
Trata-se do movimento íntimo pelo qual a consciência se afasta momentaneamente das distrações, papéis e ruídos para reconhecer sua própria presença.
Esse retorno pode acontecer em uma perda, uma contemplação, um encontro, uma pergunta sem resposta ou um instante de silêncio inesperado.
A poesia funciona como passagem: não leva o leitor para longe de si, mas devolve-o àquilo que permanecia esquecido em seu interior.
Este não é um livro para explicar
A obra convida a uma forma diferente de leitura.
Uma leitura contemplativa
A obra pode ser utilizada como companhia para momentos de pausa, introspecção e escuta interior.
Escolha um texto sem obrigação de avançar para o seguinte.
Permaneça alguns instantes em silêncio depois da leitura.
Perceba lembranças, emoções, imagens e perguntas despertadas.
Deixe o significado amadurecer sem necessidade de resposta imediata.
Espiritualidade sem discurso
A espiritualidade desta obra não aparece como doutrina, regra moral, sistema de crenças ou explicação definitiva do universo.
Ela surge na quietude, na reverência, na consciência da própria finitude e no reconhecimento de que a vida contém dimensões que ultrapassam nossa capacidade de controle.
Os poemas não procuram convencer o leitor da existência de uma realidade invisível. Procuram criar condições interiores para que cada pessoa observe sua própria experiência.
A poesia torna-se, assim, uma forma de espiritualidade sem religião: aberta, sensível, interrogativa e livre.
Sem doutrinação
Sem respostas prontas
Com contemplação
Com interioridade
Com liberdade
Para quem é este livro
Indicado para leitores de poesia, espiritualidade universalista, contemplação, autoconhecimento, silêncio, introspecção e reflexão sobre a consciência.
Leitores de poesia
Pessoas contemplativas
Espiritualistas
Leitores sensíveis
Quem busca silêncio
Quem vive transições
Conheça a obra em diferentes formatos
Livro impresso
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Poesia contemplativa
Leitura meditativa
Sobre o autor
Dalton Campos Roque é escritor, editor, poeta, médium intuitivo, projetor astral e pesquisador da consciência. Desenvolve obras sobre espiritualidade universalista, autoconhecimento, karma, dharma, bioenergias, projeção astral e experiência interior.
Em sua produção poética, reúne contemplação, espiritualidade, silêncio, sensibilidade e reflexão sobre os movimentos íntimos da consciência.
ISNI: 0000 0005 3056 0006
Há momentos em que apenas o silêncio traduz o essencial
Uma obra poética para quem deseja desacelerar, contemplar e reencontrar a consciência além do ruído cotidiano.
