Quem se preocupa com apenas quantidade é um incauto. Não importam quais religiões estão crescendo mais no mundo se a ética está decrescendo. Mas vale a ética, a moral, os valores humanos e a cosmoética do que as opções e rótulos clubistas que o ser humano inventa por aí para parecer e se sentir mais importante e superior.
Há Espíritas que chegam a investir dinheiro em obras para atacar o que eles consideram concorrência “espiritista” e ainda o fazem sob o rótulo da fraternidade. Temos que desenvolver a tolerância e não a competitividade.
O meio espiritualista com seus afins, correlatos, semelhantes e paralelos, está repleta de ex-católicos e ex-fanáticos de outras vidas (outras encarnações) da época da inquisição pregando exclusivismo, superioridade, pureza, competição, concorrência e intolerância conscienciais em todos os meios, formas e jeitos. Estes devem ser ignorados.
Temos que divulgar o evangelho
É outra expressão falaciosa, facciosa e sutil. Temos que divulgar a ética, a bioética, a cosmoética, os valores humanos. Estes são universais, solares e galácticos. São multidensionais, físicos e extrafísicos.
Usar o Evangelho para divulgar a própria religião como detentora da verdade absoluta querendo impor seus detalhes e crenças doutrinárias noutros costumes e culturas. Forma de repressão sutil e imposição cultural anticosmoética.
Temos que ter a coragem e a grandeza de espírito de respeitar a diversidade das culturas, costumes e modos de vida.
Temos que divulgar os filmes espíritas
Temos sim que divulgar os filmes bons e sermos sinceros ao analisar os filmes dentro do campo psicológico, tecnológico, artístico e espiritualista que admiramos. Temos que ser justos e sinceros ao fazer propaganda dos filmes e se for o caso assumir que foi mesmo horrível tal filme.
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