Certa vez, conversando com um indivíduo, em chá concedido por uma livraria, ele me perguntava sobre o conteúdo do livro de nossa autoria “O Karma e suas Leis”. Comentei sobre a obra, sobretudo sobre o capítulo das equações. Ele retrucou que sobre o karma não é possível fazer equações. Em bate-papo informal, não tenho muita paciência de explicar, principalmente a quem não deseja aprender. Era um espírita ortodoxo, que provavelmente nem entende Kardec.
A postura daquela pessoa, a falta de “abertismo”, de espírito de pesquisa o impedem de crescer consciencialmente. Ninguém faccioso consegue ser universalista e muito menos deter o espírito isento de um pesquisador que estuda e verifica primeiro, para depois emitir uma opinião.
O preconceito é a condição de emitir um conceito antecipado à análise, estudo e pesquisa do objeto. É a condição e situação da maioria esmagadora dos espiritualistas e “pesquisadores” do Planeta. Trata-se da atitude leviana de emitir uma opinião sem conhecer a matéria objeto do debate do tipo: “não vi, não gostei”. Qualquer um pode recusar se pronunciar sobre determinado o assunto, por não gostar de discuti-lo ou por não se identificar com o autor examinado. São situações emocionais que temos de respeitar. Contudo, o verdadeiro pesquisador é mais racional, aberto (coração e mente) e isento.
CADA UM É MERCADOR DA PRÓPRIA IGNORÂNCIA






