Súcubo

Não há consenço histórico quanto ao conceito desses “objetos”. São termos bíblicos. Estão íntimamente relacionados com desejo sexual e podem se manifestar de diversas formas. O incubo é a forma do sexo masculino e o súcubo a forma do sexo feminino. Como a concentração e o desejo geram formas mentais (formas-pensamento ou morfopensenes), a partir daí poderemos ter uma variante de obsessões sexuais.

A consciência/espírito não tem sexo, mas os espíritos ou consciências desencarnadas ainda possuem um corpo sutil com padrões de sexualidade mais ou menos forte (psicossoma) conforme seu nível evolutivo. E pode haver relacionamento sexual sadio ou obsessivo entre pessoas encarnadas projetadas (fora do corpo), um projetado (encarnado fora do corpo) e um encarnado (dentro do corpo) ou um desencarnado com um encarnado. As construções de formas mentais sexuais podem gerar formas-pensamento (também erroneamente chamadas cascões astrais) de corpos femininos e masculinos e estas irão gravitar a mente que os gerou. Estas formas mentais, que por não haver consenso, podem ser chamadas de íncubus e súcubus, atraem consciências intra e extrafísicas do mesmo padrão vibratório. Quando nos referimos a atrair consciências intrafísicas entram aí os projetados também. Então não nos preocupamos em conceituar definitiva e delineadamente íncubus e súcubos, preferimos explicar as variantes das obsessões (ou não) sexuais.

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Dalton Campos Roque
Engenheiro por destino, editor por teimosia, escritor por vocação, poeta por emoção, pesquisador da consciência por dharma, em busca de redenção.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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