Segunda morte

É um termo pouco apropriado e diz respeito à eliminação ou descarte do duplo etérico (holochacra, energossoma, etc), incluindo a limpeza dos resquícios do cordão de prata, quando da morte do corpo físico. Esta limpeza será plena e bem feita, quando o prazo reencarnatório foi cumprido na íntegra sem sofrer abreviaturas. Se assim for, todos os resquícios ectoplásmicos do cordão de prata e da energia vital estarão naturalmente desgastados. A média de recém desencarnados em boas condições sofre este tipo de limpeza num período médio de dois a três dias após o desencarne.

É por isto que os suicidas sofrem tanto após a fatalidade. Ainda não é a época correta para o desencarne, devendo este purgar a energia restante nos planos astrais densos, denominado umbral. Convém ressaltar que há casos de desencarne (incluem aqui os suicidas e pessoas densas de modo geral), que a Segunda Morte não se dá, fazendo com que o psicossoma absorva as energias residuais, baixando a capacidade de lucidez e aumentando a densidade da consciência. Estas consciências terão sérias limitações conscienciais na próxima vida[1] (reencarnação). Mas não são apenas os suicidas estão nestas condições, grande parte da humanidade com peso específico consciencial denso também o estão. Provavelmente as pessoas que vemos hoje que se comportam de forma religiosas intransigente, dogmática e ortodoxa possuem uma existência trancada, ou seja, a falta de discernimento consciencial que possuem é fruto de não terem se libertado dessas energias na desencarnação anterior.

[1] Este processo embota os parachacras, que por sua vez embotam os chacras após a reencarnação, gerando existência trancada, ou seja, elemento que mesmo se intelectual não terá parapercepções profundas e avançadas.

Livros recomendados – Amazon:
Limpeza | Desencarne | Suicidas | Resquícios | Cordão | Prata | Morte | Energia | Condições | Pessoas
Dalton Campos Roque
Engenheiro por destino, editor por teimosia, escritor por vocação, poeta por emoção, pesquisador da consciência por dharma, em busca de redenção.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

Ao comentar, você aceita nossos comunicados e ofertas conforme a LGPD. Se não concordar, não comente.