Sanat Khum Maat

Ele é um amparador ligado às iniciações do Antigo Egito e da Antiga Índia. Por isso, sua abordagem é uma mescla dessas duas linhas espiritualistas. Seu nome é um mantra: “Sanat” (do sânscrito): é um dos nomes de Brahma, o Criador; – “Khum” (Antigo Egito): é o mesmo que “alma do mundo” ou “espaço primordial de onde surge a vida”. Também é um dos nomes do deus Ammon. – “Maat” (do Antigo Egito): “a deusa da justiça na cosmogonia egípcia”. Algumas pessoas confundiram-no com Sanat Kumara. Pelo exposto no tópico anterior, fica bem clara a diferença. Ele é um amparador especializado em projeção da consciência e assistência espiritual. Ele aparece vestindo uma túnica azul-marinho e de turbante, onde está incrustada uma bela joia azul-esverdeada. Sua expressão de ideias porta aquela atmosfera majestosa dos templos espirituais sérios da antiguidade. – Fonte: ippb.org.br – professor Wagner Borges

Dalton Campos Roque
Engenheiro por destino, editor por teimosia, escritor por vocação, poeta por emoção, pesquisador da consciência por dharma, em busca de redenção.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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