Plantas de Poder são drogas utilizadas dentro de um contexto iniciático ou religioso. Alguns as chamam de enteógenos, alucinógenos ou psicoativos. Muitos povos utilizaram estas plantas para diversos fins, para terem visões espirituais, para conectarem-se com o plano divino, para cura de enfermidades físicas, emocionais e espirituais, para trabalho interior e expansão da consciência.
Dos siberianos aos celtas, dos astecas, incas, maias, nativos americanos, até os povos indígenas do extremo sul das Américas, o uso de determinadas plantas de poder vem de tempos remotos.
Nas Américas, as plantas mais utilizadas são a Ayahuasca (também conhecida como Yagé, Caapi, Corda da Morte, Banisteriopsis caapi, entre outros nomes), o cacto Wachuma (cujo nome católico é San Pedro e científico é Trichocereus Pachanoi, ou Peruvianus), o cacto Peyote, a Jurema (no Brasil) e certos tipos de cogumelos
Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.
Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”
E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.
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