Dejà-vu

Expressão de origem francesa que indica já-visto. Que na verdade possui mais amplitude e refere-se a: prévio, já-visto, já-sentido, já-encontrado, já-visitado, já-vivido, já-amado, já-ouvido, já-lido, já-experimentado, já-vivenciado, etc. Retirando as possibilidades reais de falso dejà-vu como a paramnésia, cansaço intelectual, e em psicopatias em geral, cujo percipientes sofrem alterações de memória, ela é um fato comum do parapsiquismo cotidiano e popular.

É um acesso ao próprio inconsciente, que revela conhecimento prévio, ou impressão de já ter visto ou conhecer alguém ou algum lugar, já ter vivido uma situação (geralmente o dejà-vu eclode no momento em que vivenciamos a experiência).

Há várias possibilidades para tal fenômeno, quando descartadas as condições psicopatas. O indivíduo pode já ter se projetado (experiência fora do corpo), naquele local ou conhecido a pessoa no plano extrafísico. O percipiente pode apenas estar se recordando de eventos que foram planejados em curso intermissivo recente. Pode estar identificando pessoa com quem já conheceu e/ou viveu em vida anterior.

Há dois tipos de dejaísmo: o dejaísmo intrafísico que ocorre no plano físico e o dejaísmo extrafísico que ocorre no plano astral.

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Dalton Campos Roque
Engenheiro por destino, editor por teimosia, escritor por vocação, poeta por emoção, pesquisador da consciência por dharma, em busca de redenção.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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